Cidades

Favorecimento pessoal

Vereadora é indiciada por 'abrigar' foragido da Justiça em sítio

Vereadora é indiciada por 'abrigar' foragido da Justiça em sítio

Gabriel Maymone

25/09/2013 - 17h30
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A Polícia Civil concluiu que a vereadora de Três Lagoas (MS) Marisa Rocha (PSB) conhecia um dos suspeitos presos no dia 26 de agosto com 192 quilos de maconha, em um sítio de propriedade da parlamentar. As informações são da Rádio Caçula.

O delegado responsável pelas investigações, Ailton Freitas indiciou a legisladora pelo crime de favorecimento pessoal. O delegado explica que, durante as investigações, ficou comprovado que Marisa Rocha não sabia da existência da droga em sua propriedade, mas sabia do fato de que um os funcionários do rancho era foragido da polícia e tinha envolvimento e passagens por tráfico de drogas.

“Nos autos ficou comprovado que a vereadora não tem envolvimento com a droga apreendida no rancho. Então pelos crimes de tráfico de drogas e associação ao tráfico ela não responderá por não ter envolvimento com os acusados neste sentido. Apesar de sua negativa em desconhecer um dos suspeitos, ficou comprovado que ela conhecia um dos suspeitos”, informou o delegado.

Segundo ainda o delegado, os suspeitos presos na operação desencadeada pela Polícia Militar na época culminaram com a prisão de dois dos quatro acusados que estavam na propriedade.

“No dia foram presos o Rubens e o Rafael. Os dois foragidos de nome Ludson e Jurandi se entregaram dias depois na presença de seus advogados aqui na delegacia e estão presos por força de um mandado de prisão temporário. Já pedimos a Justiça um mandado de prisão preventivo para os dois”, destacou Ailton.

A vereadora responderá o processo em liberdade. Se condenada, ficará a cargo da Justiça em impor suas penalidades quanto ao crime cometido por ela.

HOMICÍDIO

Homem é perseguido e morto a tiros dentro de casa em Maracaju

Vítima tentou escapar dos atiradores ao correr para dentro da residência, mas foi perseguida e atingida por cerca de quatro disparos

16/08/2026 14h00

 Veimar foi perseguido por dois homens e atingido por disparos dentro de uma residência em Maracaju

Veimar foi perseguido por dois homens e atingido por disparos dentro de uma residência em Maracaju Divulgação/ MS Hoje

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Um homem identificado como Veimar Lopes do Nascimento Junior foi morto a tiros na noite deste sábado (16), em Maracaju. O ataque começou em frente a uma residência e terminou dentro do imóvel, após a vítima tentar fugir dos criminosos.

Conforme informações do portal MS Hoje, antes do homicídio, dois homens em uma motocicleta passaram pelo endereço e perguntaram por "Juninho". Ao serem informados de que ele não estava no local, os suspeitos foram embora.

Algum tempo depois, Veimar chegou à residência em um veículo. No momento em que desceu, a dupla retornou de motocicleta. Os dois ocupantes usavam capacetes e casacos e, segundo as informações iniciais, um deles estava armado com um revólver.

Ao perceber a aproximação dos suspeitos e que seria atacado, Veimar correu para dentro da casa na tentativa de escapar. Os criminosos, porém, o perseguiram e entraram no imóvel.

A vítima foi alcançada na sala da residência, onde foram efetuados cerca de quatro disparos. Após o ataque, os dois homens deixaram o local na motocicleta. 

O Corpo de Bombeiros foi acionado para atender a ocorrência, mas, quando a equipe chegou ao endereço, Veimar já estava sem vida. 

A área foi isolada para os trabalhos periciais e a Polícia Civil iniciou os levantamentos sobre o caso. Até o fechamento desta matéria, os autores não haviam sido localizados.

A investigação deve apurar a identidade dos dois envolvidos e as circunstâncias e motivação do homicídio. 

 

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LOCALIZADOS

Suspeitos de executar jovem de 14 anos em MT são presos em MS

Dois homens e uma mulher estavam sendo procurados pela Justiça de Mato Grosso pelo suposto envolvimento no sequestro e homicídio de Cláudia Geovana Dourado de Oliveira

16/08/2026 12h30

Dois homens e uma mulher foram presos em Paranaíba por suspeita de envolvimento no sequestro e homicídio de uma adolescente de 14 anos, em MT

Dois homens e uma mulher foram presos em Paranaíba por suspeita de envolvimento no sequestro e homicídio de uma adolescente de 14 anos, em MT Foto: Divulgação/PRF

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu, em Paranaíba, um trio suspeito de envolvimento no sequestro e homicídio de Cláudia Geovana Dourado de Oliveira, de 14 anos, ocorrido no município de Lucas do Rio Verde (MT).

Na última quinta-feira (13), a Polícia Civil da cidade mato-grossense localizou o corpo da jovem Cláudia Geovana enterrado em uma área de mata às margens da BR-163, na região de Sorriso (MT). Ela estava desaparecida desde o dia 6 e foi encontrada com as mãos amarradas e com uma corda ao redor do pescoço, além de sinais claros de agressão.

Desde o desaparecimento, apenas o suspeito de envolvimento no transporte da adolescente estava preso, do qual ainda contribuiu com a investigação e passou a informação aos agentes policiais da região onde teria levado o corpo da jovem, juntamente com outros envolvidos.

Na tarde deste sábado (15), os outros três suspeitos de integrarem o grupo que sequestrou e matou Cláudia Geovana foram presos no interior de Mato Grosso do Sul, a mais de mil quilômetros do local onde o corpo da menina foi encontrado.

De acordo com a nota da PRF, os três foram localizados durante uma fiscalização de rotina da instituição policial e estavam em fuga com destino ao estado do Rio de Janeiro. Após a abordagem e a confirmação da identidade dos envolvidos, os dois homens e a mulher foram detidos e encaminhados à polícia judiciária.

Imagens reveladoras

Poucas horas depois de Cláudia ser encontrada morta, imagens de câmeras de segurança vieram à tona com o registro do momento que a jovem foi retirada à força de seu quarto de hotel por um dos suspeitos. Segundos antes, é possível ver uma mulher indicando ao sequestrador o quarto onde está a adolescente, que tem a porta arrombada pelo criminoso depois de diversos chutes.

A Polícia Civil de Lucas do Rio Verde afirma ter a possibilidade do suspeito que retirou Cláudia do quarto ser integrante de uma facção criminosa que atua na região interiorana de Mato Grosso. Até o momento, a causa da morte, a dinâmica do crime e a motivação ainda segue sob investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF).

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