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POLÍCIA

Delegado fala sobre prisão de traficantes em sítio perto de rio

Delegado fala sobre prisão de traficantes em sítio perto de rio

DA REDAÇÃO

28/08/2013 - 00h00
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O delegado Ailton Pereira de Freitas, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Três Lagoas (MS), concede entrevista coletiva hoje (28), às 9h, para falar sobre as investigações que resultaram na apreensão de 192 quilos e maconha no sítio Praias da Lapa, às margens do Rio Paraná, no município. Durante a ação, realizada ontem (26), com o apoio da Polícia Militar, foram presos em flagrante Rubens Conceição de Oliveira, 33 anos, e Rafael Barbosa Gedro, 20 anos. Outros dois indivíduos já identificados pela polícia fugiram no momento da abordagem.

No local, foram apreendidos 200 tabletes de maconha que pesaram 192 quilos. A maior parte da droga, 140 quilos estava escondida em um fogão a lenha e o restante enterrado em meio a um matagal existente no sítio, que pertence a vereadora Marisa Rocha (PSB). Também foram apreendidos um veículo C3, uma moto Titan, um barco com motor de popa, um motoserra e uma espingarda de pressão. Todos os bens tem relação com o tráfico de drogas envolvendo o grupo. De acordo com o delegado Ailton, Rubens e Rafael são integrantes de uma quadrilha especializada no tráfico, que transportava drogas para São Paulo pelo rio, de barco e também pela estrada.

No início do mês, um outro integrante do grupo, Éder Muniz dos Santos, 31 anos foi preso em Palmeira D’Oeste (SP), após abandonar na área rural do município, uma caminhonete carregada com 82 quilos de maconha.  No mesmo dia da prisão de Éder, os investigadores da DIG que já acompanhavam a ação do grupo, apreenderam em uma casa do bairro Paranapunga, em Três Lagoas, mais 42 quilos de maconha, também pertencente ao grupo. Rafael e Rubens confessaram a propriedade da droga apreendida e informaram ter comprado a maconha em Campo Grande (MS), pelo valor de R$ 36 mil, sendo que revenderiam no interior de São Paulo por R$ 1 mil o quilo, para onde levariam o entorpecente de barco, pelo Rio Paraná. 

HOMICÍDIO

Homem é perseguido e morto a tiros dentro de casa em Maracaju

Vítima tentou escapar dos atiradores ao correr para dentro da residência, mas foi perseguida e atingida por cerca de quatro disparos

16/08/2026 14h00

 Veimar foi perseguido por dois homens e atingido por disparos dentro de uma residência em Maracaju

Veimar foi perseguido por dois homens e atingido por disparos dentro de uma residência em Maracaju Divulgação/ MS Hoje

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Um homem identificado como Veimar Lopes do Nascimento Junior foi morto a tiros na noite deste sábado (16), em Maracaju. O ataque começou em frente a uma residência e terminou dentro do imóvel, após a vítima tentar fugir dos criminosos.

Conforme informações do portal MS Hoje, antes do homicídio, dois homens em uma motocicleta passaram pelo endereço e perguntaram por "Juninho". Ao serem informados de que ele não estava no local, os suspeitos foram embora.

Algum tempo depois, Veimar chegou à residência em um veículo. No momento em que desceu, a dupla retornou de motocicleta. Os dois ocupantes usavam capacetes e casacos e, segundo as informações iniciais, um deles estava armado com um revólver.

Ao perceber a aproximação dos suspeitos e que seria atacado, Veimar correu para dentro da casa na tentativa de escapar. Os criminosos, porém, o perseguiram e entraram no imóvel.

A vítima foi alcançada na sala da residência, onde foram efetuados cerca de quatro disparos. Após o ataque, os dois homens deixaram o local na motocicleta. 

O Corpo de Bombeiros foi acionado para atender a ocorrência, mas, quando a equipe chegou ao endereço, Veimar já estava sem vida. 

A área foi isolada para os trabalhos periciais e a Polícia Civil iniciou os levantamentos sobre o caso. Até o fechamento desta matéria, os autores não haviam sido localizados.

A investigação deve apurar a identidade dos dois envolvidos e as circunstâncias e motivação do homicídio. 

 

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LOCALIZADOS

Suspeitos de executar jovem de 14 anos em MT são presos em MS

Dois homens e uma mulher estavam sendo procurados pela Justiça de Mato Grosso pelo suposto envolvimento no sequestro e homicídio de Cláudia Geovana Dourado de Oliveira

16/08/2026 12h30

Dois homens e uma mulher foram presos em Paranaíba por suspeita de envolvimento no sequestro e homicídio de uma adolescente de 14 anos, em MT

Dois homens e uma mulher foram presos em Paranaíba por suspeita de envolvimento no sequestro e homicídio de uma adolescente de 14 anos, em MT Foto: Divulgação/PRF

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu, em Paranaíba, um trio suspeito de envolvimento no sequestro e homicídio de Cláudia Geovana Dourado de Oliveira, de 14 anos, ocorrido no município de Lucas do Rio Verde (MT).

Na última quinta-feira (13), a Polícia Civil da cidade mato-grossense localizou o corpo da jovem Cláudia Geovana enterrado em uma área de mata às margens da BR-163, na região de Sorriso (MT). Ela estava desaparecida desde o dia 6 e foi encontrada com as mãos amarradas e com uma corda ao redor do pescoço, além de sinais claros de agressão.

Desde o desaparecimento, apenas o suspeito de envolvimento no transporte da adolescente estava preso, do qual ainda contribuiu com a investigação e passou a informação aos agentes policiais da região onde teria levado o corpo da jovem, juntamente com outros envolvidos.

Na tarde deste sábado (15), os outros três suspeitos de integrarem o grupo que sequestrou e matou Cláudia Geovana foram presos no interior de Mato Grosso do Sul, a mais de mil quilômetros do local onde o corpo da menina foi encontrado.

De acordo com a nota da PRF, os três foram localizados durante uma fiscalização de rotina da instituição policial e estavam em fuga com destino ao estado do Rio de Janeiro. Após a abordagem e a confirmação da identidade dos envolvidos, os dois homens e a mulher foram detidos e encaminhados à polícia judiciária.

Imagens reveladoras

Poucas horas depois de Cláudia ser encontrada morta, imagens de câmeras de segurança vieram à tona com o registro do momento que a jovem foi retirada à força de seu quarto de hotel por um dos suspeitos. Segundos antes, é possível ver uma mulher indicando ao sequestrador o quarto onde está a adolescente, que tem a porta arrombada pelo criminoso depois de diversos chutes.

A Polícia Civil de Lucas do Rio Verde afirma ter a possibilidade do suspeito que retirou Cláudia do quarto ser integrante de uma facção criminosa que atua na região interiorana de Mato Grosso. Até o momento, a causa da morte, a dinâmica do crime e a motivação ainda segue sob investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF).

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