CIDADES

Preso no estacionamento do Shopping por tráfico de maconha

Preso no estacionamento do Shopping por tráfico de maconha
24/01/2010 06:53 -


Além dos constantes casos de agressões e mesmo de roubos na área externa do Shopping Campo Grande, agora a polícia constatou o tráfico de drogas. Na última sexta-feira, Paulo Eduardo Henrique Arguelho Ferreira, de 22 anos, foi preso no local, por policiais militares, sob acusação de tráfico. No momento da ação policial, Arguelho entregava um “papelote” de maconha a um usuário. Depois de uma denúncia anônima, informando que no estacionamento do Shopping estavam sendo comercializadas drogas, policiais dirigiram-se ao estacionamento, pelo lado da praça de alimentação. Em ronda pelo local observaram o momento em que Arguelho passava o “papelote” a um usuário de 19 anos, que lhe entregou o dinheiro. Com a detenção, os militares encontraram ainda outras três porções de maconha com o acusado. Arguelho negou ser traficante, entretanto, o usuário confirma que adquiriu dele. Em depoimento prestado à polícia, o comprador da droga disse que alguns amigos, que fazem uso de entorpecente, indicaram Arguelho como sendo traficante e que ele podia ser encontrado com facilidade no Shopping. Ocorrências Trad ic ion a l mente, o local é caracterizado pela aglomeração de pessoas, movimentação que ocorre com maior frequência nas sextas-feiras e sábados. Porém, há um ano, aproximadamente, a administração do Shopping começou a registrar, repetidamente, brigas entre adolescente, em frente à praça de alimentação. Isso teria motivado uma reunião, de representantes do centro comercial com o comando da Polícia Militar, decidindo-se que nos dias de muita concentração de pessoas, após as 19h, a PM faria rondas no estacionamento. Segundo a assessoria de imprensa do Shopping, a ação teria surtido efeito, minimizando as ocorrências.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".