Ex-presidiário pode ter morrido por causa de dívida de drogas

Ex-presidiário pode ter morrido por causa de dívida de drogas
24/01/2010 06:53 -


Alevino Garcia Blank, 31 anos, foi assassinado com um tiro no peito, na noite de anteontem, em Dourados. Ele era ex-presidiário e, de acordo com a família, vinha sendo ameaçado de morte. Blank foi morto por volta das 23h, no portão da residência, na Cohab II, bairro da periferia da cidade. Conforme ocorrência registrada no plantão do 1º Distrito Policial, Alevino Blank estava na residência juntamente com a mãe e o irmão, quando resolveu ir até o portão da frente da casa para fumar. Poucos minutos depois, os familiares escutaram barulho de tiro e no momento em que chegaram ao local encontraram o rapaz já morto. Além do tiro que provocou sua morte, Blank – que vinha sendo investigado pela Polícia Civil e pelo Serviço Reservado da Polícia Militar (PM2), acusado de ter participação em vários casos de roubo e furto de motocicletas e bicicletas – foi ainda agredido pelos assassinos, pois apresentava lesões no rosto e sangramento no nariz. Dívida com traficante O irmão de Blank ligou para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas, quando os socorristas chegaram, ele já estava morto. O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) e na manhã de ontem liberado depois de feitos os exames necroscópicos para a família fazer o sepultamento. De acordo com informações colhidas pela polícia ainda no local do crime, Blank havia dito ao irmão que vinha sendo ameaçado por um traficante de drogas por causa de uma dívida de R$ 600 que alegava não ter condições de pagar. Esta será uma das linhas de investigação da Polícia Civil.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".