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Confira as dicas e novidade sobre motos
03/04/2020 05:30 - Edmundo Dantas/AutoMotrix


Fez bonito

Apresentada no final de 2019, a novíssima superesportiva Honda CBR 1000 RR-R Fireblade acaba de conquistar o Red Dot Design Award 2020, um dos mais prestigiados prêmios do design mundial na categoria design de produto. Apresentada ao público em novembro de 2019 no 77ª EICMA, a mais importante mostra da indústria motociclística mundial, realizada anualmente em Milão, na Itália, a CBR 1000 RR-R Fireblade logo atraiu os holofotes da mídia. Um dos destaques do modelo é a preservação do conceito “Total Control” – que valoriza características como maneabilidade, estabilidade e funcionalidade –, lançada pela Honda em sua primeira Fireblade, no começo dos anos 90 e mantido no premiado modelo 2020. A beleza das formas foi complementada pelo mais potente motor desenvolvido para equipar uma motocicleta da família CBR, desde sempre consideradas as “flagship” da marca por concentrarem o ápice da tecnologia Honda. A marca japonesa já havia sido vencedora do Red Dot Award na categoria Product Design no ano de 2004, com a CBF 600. A cerimônia de premiação está agendada para Essen, na Alemanha, no dia 22 de junho – se a pandemia do coronavírus permitir.

 
 

Elétricas e seguradas

A Suhai Seguradora, especialista em cobertura para motos de todos os tipos e para carros e caminhões usados (acima de dez anos), anuncia que passa também a proteger as motos elétricas contra furto e roubo, com assistência vinte e quatro horas e opção de incluir perda total na apólice. É uma novidade em linha com a evolução do mercado, já que as motos elétricas vêm se tornando cada vez mais a opção escolhida por muitas pessoas, de olho em fugir dos congestionamentos nos grandes centros de forma mais econômica. Apesar de ainda contar com apenas 1% de participação no mercado nacional de motocicletas novas, a categoria registrou a maior variação de crescimento na produção nos dois primeiros meses de 2020. Dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo) apontam a fabricação de 1.136 unidades elétricas nesse período, volume 77,8% superior em comparação com o mesmo intervalo do ano passado, quando foram produzidas 639 unidades. “Além de estar atenta às opções de mobilidade que surgem no mercado, a oferta de seguro para as motos elétricas está em linha com a atuação da Suhai Seguradora, que é a especialista do mercado brasileiro de seguros para motos à medida que protege modelos não atendidos pelas outras companhias que atuam nesse setor”, explica Robson Tricarico, diretor Comercial da Suhai.

 
 

Parada estratégica

Em virtude da pandemia do coronavírus, as principais fabricantes de motos que ficam em Manaus, no Amazonas, optaram por proteger seus colaboradores e a comunidade manauara. Honda, Yamaha, Harley-Davidson e BMW anunciaram a suspensão de suas atividades. Com cerca de 80% de participação no mercado nacional de motocicletas, a Moto Honda da Amazônia comunica que o retorno às atividades está previsto para 13 de abril, podendo ser postergado para 20 de abril. Os colaboradores da Honda diretamente envolvidos no processo produtivo entraram em férias coletivas a partir de 30 de março. Para as atividades imprescindíveis, que não podem ser feitas à distância, será mantido um contingente mínimo de empregados, com as medidas de prevenção recomendadas pelas autoridades para proteger as pessoas e conter a disseminação do vírus. Já a Yamaha suspenderá suas atividades no período de 31 de março a 19 de abril. A produção retoma em 20 de abril. A empresa adotou nas últimas semanas medidas para garantir o bem-estar e a saúde dos colaboradores e de seus familiares que incluem a adoção do trabalho remoto para uma parcela dos empregados, reuniões internas e com fornecedores feitas por videoconferências. A Harley-Davidson do Brasil suspendeu temporariamente a produção na fábrica de Manaus até o dia 12 de abril, enquanto a BMW anunciou a paralisação temporária de sua linha de motocicletas no Amazonas até 23 de abril. Até o momento, Kawasaki, Dafra, Ducati e Triumph continuam montando suas motos em Manaus normalmente, seguindo todos os protocolos de higiene e segurança. O setor de duas rodas do Polo Industrial de Manaus (PIM) emprega diretamente mais de 13 mil trabalhadores.

Em tempos de quarentena

Durante a pandemia de coronavírus, alguns serviços essenciais estão sendo feitos por motociclistas e ciclistas, como policiais, socorristas, motofretistas e entregadores de delivery. Há ainda médicos e enfermeiros que vão para seus locais de trabalho em duas rodas. Mas, quem não faz parte dessa “tropa de elite”, o que fazer para manter sua moto “viva” na garagem depois de tanto tempo parada? Hayato Ikejiri, colaborador do site “MinutoMotor” e especialista do segmento de duas rodas, listou algumas dicas de manutenção preventiva. Confira:

  • a) Calibre os pneus com uma pressão maior antes de deixar a moto parada.
  • b) Deixe a moto no cavalete central. Pneu murcho apoiado no chão pode causar deformidades na banda de rodagem.
  • c) Se sua “motoca” for carburada, fechar a torneira de combustível. Deixar a moto ligada até esgotar a gasolina e o motor apagar. Assim, o carburador estará seco, reduzindo o risco de entupimento do sistema com combustível estragado.
  • d) Se sua moto estiver equipada com injeção eletrônica, o recomendado é ligar uma vez por semana. Dessa forma, o combustível circulará pela linha. Além do combustível, moto ligada mantém a lubrificação do motor. Em função dos procedimentos anteriores, a bateria também não se descarregará. Ao ligar a moto, mantenha a aceleração por alguns instantes. Repita a ação outras vezes. Marcha-lenta não carrega bateria.
  • e) Lubrifique a corrente.
 

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?