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MOTOMAIS

Coluna com dicas e novidades <br>sobre motos

Coluna com dicas e novidades <br>sobre motos
31/01/2020 10:16 - EDMUNDO DANTAS/AutoMotrix


Salão Moto Brasil no Parque Olímpico (RJ).

Motos na rota do Rio
Um dos principais eventos de duas rodas do país, o Salão Moto Brasil chega à décima edição, que acontecerá de 28 a 31 de maio no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, na Zona Oeste carioca, no mesmo espaço aberto com mais de 60 mil metros quadrados e amplo estacionamento da edição do ano passado. Além de visitar os estandes das fabricantes, nos quais as principais marcas mostrarão suas motos, o público poderá experimentar motos de baixa cilindrada, modelos elétricos e scooters de diferentes marcas na pista de test-ride Mobilidade Urbana. Outra atração é a pista de Flat Track, na qual pilotos testam suas habilidades em um circuito oval de terra e lama. Empresas de customização, peças e acessórios terão estandes com os últimos lançamentos do segmento. Espaços para moto clubes também estão confirmados e motos e triciclos poderão estacionar gratuitamente no evento. Os visitantes terão à disposição food trucks com cardápios variados, área reservada para as crianças se divertirem e o exclusivo Espaço da Mulher Motociclista. O evento será “pet friendly” e será possível passear com cães ou gatos ou deixá-los em uma área especial para se divertirem ou descansarem. Bandas do cenário roqueiro se apresentarão ao vivo e também acontecerá o quarto Festival de Jazz & Blues. As vendas começaram pelo site www.salaomotobrasil.com.br/2020/ingressos. Além do ingresso normal para um único dia, o visitante pode optar pelo passaporte ou por combos promocionais que incluem entrada, camisa oficial e copo ecológico do SMB. Os preços promocionais começam em R$ 15 e podem ser adquiridos até 31 de janeiro. Em fevereiro, os bilhetes terão preços a partir de R$ 20.

Fábrica de patinetes Drop

Patinetes da Amazônia
A Drop inaugurou a primeira fábrica brasileira de patinetes elétricos na Zona Franca de Manaus, no Amazonas, fruto de um investimento de R$ 4,2 milhões. A fábrica está apta a produzir até 120 mil unidades por ano, mas a produção inicial está prevista para 13 mil patinetes anuais. A empresa já iniciou a distribuição das primeiras unidades 100% nacionais em mais de mil pontos de venda espalhados pelo país. Os patinetes serão produzidos em CKD com peças importadas de fabricantes da China e cerca de 20% de itens nacionais. Neste primeiro momento, serão fabricados na Zona Franca de Manaus dois modelos: o GO-08 (350 watts de potência e 36 volts) e o GO-10 (450 watts e 48 volts). Ambos são leves e portáteis e foram especialmente “customizados” para as condições de piso brasileiro. Segundo a Drop, tanto o GO-08 quanto o GO-10 têm as maiores rodas do mercado (respectivamente, de 8 e 10 polegadas, ante 6 polegadas da maioria dos patinetes de aluguel), além de oferecerem potência e autonomia superiores aos concorrentes similares. As rodas dos patinetes Drop têm pneus calibráveis, o que possibilita dirigibilidade mais agradável em pisos irregulares. O GO-08 e o GO-10 têm componentes resistentes à água e estão equipados com painel digital (velocímetro, carga de bateria e seleção de potência) e freio a disco (rodas traseiras). Como itens de segurança, oferecem farol, luz de freio, campainha e retrovisores. Os patinetes atingem 25 km/h (velocidade limitada por lei) e garantem autonomia de até 30 quilômetros. O tempo de recarga total é de até quatro horas e os modelos suportam 120 quilos de carga máxima. O aplicativo dos patinetes Drop tem rastreador GPS, piloto automático, ajuste de potência, computador de bordo, bloqueador de senha e diagnóstico eletrônico de defeito. A Drop oferece garantia de um ano contra defeitos de fabricação e já mantém mais de duzentas oficinas credenciadas no Brasil. O modelo GO-08 chega ao mercado com preço sugerido de R$ 2.990. Já o GO-10 tem valor sugerido de R$ 3.990.

Pneus Pirelli Diablo Supercorsa SP e do modelo 2020 da Ducati Panigale V4

Dupla italiana
O novo pneu de motocicleta Diablo Supercorsa SP é a terceira geração da réplica de corrida altamente popular da Pirelli, com perfil e estrutura quase idênticos aos dos pneus para pista seca que são usados em competições como o Campeonato Mundial de Superbike da Federação Internacional de Motociclismo (FIM). Graças às suas características, o novo pneu da Pirelli foi escolhido pela Ducati como equipamento original do modelo 2020 da sua Panigale V4, que acaba de ser apresentado oficialmente no circuito de Sakhir, no Bahrein. A máquina italiana superesportiva, em seu modelo 2018, foi a primeira moto a utilizar o novo Pirelli Diablo Supercorsa SP como equipamento original com a medida dianteira 120/70 ZR17 e 200/60 ZR17 na traseira. O perfil do novo pneu de trás aumenta o contato em ângulos de inclinação e adota o mesmo material SC2 utilizado para compostos de corrida de pista seca. O padrão da banda de rodagem de ambos os pneus apresenta a geometria “flash”, que otimiza o desempenho em pista, reduzindo o desgaste e a largura das ranhuras.

Altas expectativas
A produção de motocicletas no Brasil fechou 2019 em alta. De acordo com dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), de janeiro a dezembro do ano passado, foram fabricadas 1.107.758 unidades no Polo Industrial de Manaus (PIM), correspondendo a uma elevação de 6,8% ante as 1.036.788 unidades de 2018. Para este ano, a Abraciclo projeta novo crescimento. O volume total estimado para a produção é de 1.175.000 motocicletas, o que representaria avanço de 6,1% em relação a 2019. Caso a estimativa se confirme, 2020 será o terceiro ano seguido em que o segmento ultrapassará a marca de 1 milhão de unidades produzidas, comprovando o aquecimento contínuo de negócios no mercado de motocicletas. “É um resultado a se comemorar, mas também é importante lembrar que ainda assim estaremos bem distantes do nosso recorde de 2011, quando chegamos a 2,1 milhões de motocicletas produzidas no Brasil”, diz Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo. No acumulado de 2019, as vendas no atacado, ou seja, das fábricas para as concessionárias, somaram 1.084.639 de unidades, o um crescimento de 13,2% sobre o volume de 2018, de 957.764 motocicletas. Para 2020, a Abraciclo projeta para o atacado uma nova alta, de 5,7%, totalizando 1.147.000 unidades. No varejo, o crescimento de 2019 foi de 14,6%, com o licenciamento de 1.077.234 motocicletas – em 2018, foram 940.108 unidades. A estimativa para as vendas nas concessionárias indica alta de 5,8%, com o emplacamento de 1.140.000 motocicletas. O único segmento que registrou queda no balanço de 2019 foi o de exportação. No ano passado, a baixa foi de 43,3%, com 38.614 unidades embarcadas. Em 2018, foram 68.073 unidades. Para 2020, a previsão da Abraciclo é de nova queda, de 27,5%, com 28 mil unidades enviadas ao Exterior.

Felpuda


Malfeitos que teriam sido praticados em tempos não tão remotos podem ser a pedra no caminho de pré-candidatura que está sendo costurada. As conversas ainda estão nas “ondas da rádio-peão”, mas, com a proximidade da campanha eleitoral, há quem diga que isso se tornará uma tremenda dor de cabeça para quem vai enfrentar as urnas. Pior:  o dito não seria culpado direto, mas sim a sua...  Bem, deixa rolar para ver onde vai parar.