AMOR NÃO É LUXO

“Shéhérazade” conta uma história de amor em meio à miséria

Filme estreia no dia 10 de maio
09/05/2019 14:00 - KREITLON PEREIRA, VIA STREAMING


 

Quando se pensa em Marselha, surgem à mente imagens de uma das cidades portuárias mais bonitas do mundo, repleta de cenários paradisíacos e belíssimos cartões-postais. Ao lado de todo o glamour, a metrópole também é um dos principais destinos de imigrantes que entram no país ilegalmente pelo Mar Mediterrâneo. Com isso, algumas regiões da cidade se tornaram sinônimo de miséria na França. Nelas, prostituição, criminalidade e drogas são fatores marcantes no cotidiano. Em um local onde nada de bom parecia surgir, o diretor francês Jean-Bernard Marlin conseguiu encontrar uma história de amor: “Shéhérazade”, produção que estreia na Netflix dia 10 de maio.

O filme conta a história de Zach (Dylan Robert), um jovem de dezessete anos que acabara de sair de um centro de detenção juvenil, e, rejeitado pela mãe, passa a viver nas ruas do submundo de Marselha. Até que conhece uma prostituta que trabalhava pela região, Shéhérazade (Kenza Fortas), e instantaneamente se apaixona por ela. Com o passar do tempo, a relação dos dois se estreita e Zach passa a administrar a carreira da amada. Entretanto, o sentimento dele acaba por metê-lo em sérias confusões.

A produção foi muito bem recebida pela crítica francesa e ganhou diversos prêmios, em especial para Dylan e Kenza, que nunca haviam trabalhado profissionalmente como atores. Segundo o diretor, sua visão era de manter tudo o mais fiel à realidade da região possível, de forma que os locais de filmagem foram em cenários icônicos de Marselha no contexto de prostituição, como o Boulevard Sakakini e a estação de trem de St. Charles. O resultado é uma produção que transporta completamente o espectador para a dura realidade vivida pelos protagonistas.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".