SHIPPADOS

Série retrata dificuldades de se manter um relacionamento no mundo atual

Chega dia 7 de junho na Globo Play a série “Shippados”
07/06/2019 14:00 - KREITLON PEREIRA, VIA STREAMING


 

Para facilitar a vida humana e proporcionar novas experiências, a tecnologia presenciou um intenso avanço durante o Século XXI, até tornar-se rotineiramente indispensável. Imersos nesse cenário, surgiu uma geração de jovens cada vez mais imediatista, que gosta de se expor nas redes sociais por demonstrações de interesse rápidas e pouco verdadeiras, expressas por números de comentários e curtidas. Para atender à crescente demanda por relacionamentos casuais, surgiram os aplicativos de namoro, que excluem o romance e intimidade da equação. Para explorar esse universo dos relacionamentos atuais, chega dia 7 de junho na Globo Play a série “Shippados”.

A produção original do site de streaming da Globo acompanha a história de Rita (Tatá Werneck), uma vlogueira esporádica que possui profundos problemas familiares causados pelo abandono do pai na infância, e Enzo (Edu Sterblitch), um nerd meticuloso avesso a conflitos, tanto que nunca conseguiu estabelecer limites para o convívio com seus colegas de apartamento Brita (Clarice Falcão) e Valdir (Luis Lobianco), um casal adepto ao nudismo. Apesar de ambos serem extremamente dependentes da tecnologia, principalmente no quesito relacionamentos, Rita e Enzo nunca tiveram êxito em nenhum dos encontros arranjados por aplicativos.

Após serem dispensados na mesma noite, a dupla se conhece em um bar. E logo percebem que possuem muito em comum, principalmente a falta de traquejo para namoro. A partir daí, o casal começa a sair cada vez mais e, após Enzo fazer aparições especiais nos vídeos de Rita, um relacionamento é iniciado. Até que, a bordo de uma típica Kombi dos anos 70 e na companhia de outros quatro amigos, os jovens embarcam numa viagem a Maricá em busca do paradeiro do pai de Rita, para assim, quem sabe, solucionar uma parte dos traumas da jovem.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".