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Campo Grande - MS, sábado, 22 de setembro de 2018

Como o Diabo gosta

Segunda temporada de 'Lucifer'
mostra lado mais humano do Capiroto

13 MAR 2018Por KREITLON PEREIRA, VIA STREAMING17h:38

Após um ano de espera, finalmente chega à Netflix dia 18 de março a segunda temporada de “Lucifer”, a aclamada produção da Fox baseada no personagem de Neil Gaiman criado para a história em quadrinhos “The Sandman”.

A arrebatadora interpretação de Tom Ellis, como o charmoso Demônio que renuncia às suas funções administrativas no Inferno para desfrutar dos sete pecados capitais em Los Angeles, foi capaz de garantir à série uma devota base de fãs.

Na primeira temporada, entediado e infeliz com seu cargo de Senhor do Inferno, Lucifer decide tirar umas férias e abre uma boate em Los Angeles chamada Lux. Apesar das insistências de Amenadiel, seu irmão e o mais velho dos anjos, o protagonista vive como quer na cidade californiana e não pretende voltar para o Inferno.

No entanto, o assassinato de uma amiga acaba envolvendo-o numa investigação policial. Com a ajuda da detetive Chloe Decker (Lauren German), ele utiliza suas habilidades e poderes para encontrar os responsáveis pela tragédia. 

Na segunda temporada, a série desenvolve um ritmo próprio, dando um novo rumo para história. Após a fuga de sua mãe do Inferno, “Lucifer” revela um lado mais humano do Anjo Caído, mostrando que até mesmo ele pode ter medo, a emoção mais mundana de todas.

Além disso, Lucifer ainda precisa descobrir o porquê de sua imortalidade desaparecer sempre que está junto de Chloe. Ao longo dos dezoito episódios, a detetive finalmente admite que precisa de um parceiro e sua relação com Lucifer se fortalece. O que a leva a questionar certos aspectos do protagonista, colocando-a cada vez mais perto da verdade.

Com novos personagens e a volta de antigos, a série aprendeu com seus erros iniciais de roteiro, que era um tanto confuso, e na segunda temporada explora com eficiência uma nova face de Lucifer. Mas será que a verdadeira encarnação do Diabo descobrirá em si alguma humanidade ou sua natureza perversa falará mais forte?

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