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​Rock in Rio 2015: 46% do seu público será de turistas

​Rock in Rio 2015: 46% do seu público será de turistas
12/09/2015 04:00 - mercadoeeventos


A cidade do Rio de Janeiro só tem motivos para comemorar a realização de mais uma edição carioca do Rock in Rio, festival que leva a cidade consigo em seu nome e em seu DNA nas edições feitas na Europa e nos Estados Unidos. A relevância do evento para a cidade se comprova na antecipação da construção de um equipamento olímpico - o Parque dos Atletas, construído ainda em 2011 para que o festival pudesse voltar às origens. 

"O evento, que tem transmissão para mais de 1 bilhão de telespectadores em todo o mundo via TV e internet, sempre reverbera de forma positiva na economia do turismo na cidade. Nesta edição, em torno de 46% do público do festival têm origem fora da cidade, sendo os maiores emissores os estados de São Paulo, Minas Gerais, Brasília e Paraná", explica o secretário de Turismo, Antonio Pedro Figueira de Mello. 

O evento ajuda a aquecer a movimentação no segmento de hospedagem. Segundo a ABIH/RJ, as médias de taxa de ocupação são de 67,71% no período de 18 a 20/09 e de 55,79% de 24 a 27/09 – e estes números ainda podem crescer. Segundo a ACCARJ, associação que reúne os empreendimentos de cama e café e albergues da cidade, a previsão de ocupação para o a segunda quinzena de setembro está em 84,1%. Parceiro da organização, o Hotel Urbano registrou um volume de vendas três vezes superior ao de 2013, estando em torno de 14 mil pacotes comercializados até o momento. 

O perfil do festival, de público jovem, também aquece a busca de aluguel por temporada: segundo o TripAdvisor, durante seu período de realização, o Rio de Janeiro figura entre os TOP 10 na procura por esse tipo de meio de hospedagem na plataforma – para fins de comparação, na mesma época em 2014 a cidade estava em 29º. EUA, Reino Unido, Argentina e França lideram o ranking de buscas pelo Rio.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".