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Campo Grande - MS, segunda, 10 de dezembro de 2018

MEDIAÇÃO DO TERROR

Repleto de violência, suspense e espionagem, “Beirut” chega à Netflix

12 JUN 2018Por KREITLON PEREIRA, VIA STREAMING19h:30

No dia 15 de junho estreia na Netflix a produção original “Beirut”. No longa-metragem, John Hamm (de “Mad Men”) dá vida ao protagonista Mason Francis Skiles, um dos melhores diplomatas dos Estados Unidos, que deixa o Líbano na década de 1970 devido à morte de sua esposa, assassinada por terroristas. O filme é um suspense que tem como pano de fundo o conflito civil no Líbano, com origem nos desentendimentos entre os diferentes grupos sociais existentes no país, dentre eles cristãos, mulçumanos e drusos.

A trama se desenrola com a convocação de Skiles, agora um homem amargurado e alcoólatra, pela CIA para que fosse à Beirute. Ao voltar para a capital libanesa, se depara com um cenário muito diferente daquele que deixou nos anos 70. A antiga “Paris do Oriente Médio”, repleta de hotéis luxuosos, agora está arrasada pela guerra civil. Apesar das forças do governo americano não acreditarem mais nas suas habilidades de mediação, Skiles é especificamente convocado pelo líder de um grupo rebelde e violento de palestinos, chamado de Missão de Libertação Islâmica, para negociar a troca de um refém. A vítima é Cal, um antigo amigo do ex-diplomata que atua como chefe de operações norte-americanas no Oriente Médio.

Os rebeldes querem que Skiles encontre o irmão do líder do grupo, Rafid Abu Rajal, para libertarem Cal. O terrorista, porém, é responsável por 46 mortes em um vôo para Madri e está tão bem escondido que nem seus aliados conseguem encontrá-lo. Cabe a Skiles salvar seu amigo e garantir que retorne antes que ele comece a falar e comprometa todo o serviço de inteligência norte-americano na região. O roteiro é assinado por Tony Giltory, o mesmo de “Rogue One: Uma História Star Wars”, e dirigido por Brad Anderson.

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