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Literatura

Primeiro romance ficcional da jornalista Juliana Feliz será lançado em maio

Jornalista reúne elementos da ficção para discutir temas da atualidade

30 ABR 18 - 16h:00ALINE OLIVEIRA

Com influência de cenários europeus como Portugal, Espanha e Inglaterra, foi criado "Ordália”, um universo ficcional no qual se desenrola o primeiro romance da escritora Juliana Feliz, voltado ao público jovem adulto. 

Todos os detalhes foram criados para transportar o leitor a uma narrativa que conta a saga da protagonista, Ariadne Ventura, uma jovem sensitiva de olhos incomuns (um azul e outro castanho) acompanhando os desafios, decepções e amadurecimento enfrentados por uma personagem que apresenta uma personalidade marcante e carismática.

Esta não é a primeira obra da autora, 40 anos, nascida na cidade de São Paulo e que desde 1992 adotou a capital de Mato Grosso do Sul para morar junto com a família e projetar seu desenvolvimento profissional.

O primeiro trabalho literário foi lançado em 2015 (O sapateiro descalço), obra biográfica na qual conta a trajetória da família Altounian, que fugiu do genocídio Armênio e se fixou no Brasil. Em 2017, mais uma publicação (Celeiro de Fartura), desta vez um livro histórico em comemoração aos 40 anos da Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul.

O romance “As cinzas de Altivez” possui o diferencial de ser uma obra ficcional, com elementos que remetem a dois estilos literários contemporâneos: o Realismo Fantástico e Alta Fantasia. O primeiro, desenvolvido entre as décadas de 1960 e 1970 na América Latina e que tem como principais expoentes, o colombiano Gabriel Garcia Marquez e o venezuelano, Arturo Uslar Pietri.

Enquanto isso, o segundo estilo é conceituado como subgênero da fantasia, definido por ter como cenário um mundo imaginário, universo paralelo, temas e enredo. Recebeu a denominação do escritor Lloyd Alexander, em um ensaio de 1971: “High Fantasy and Heroic Romance".

Ainda assim, a autora acredita que a escrita é mais um reflexo das vivências, experiências pessoais e ainda da arte, viagens e pessoas com quem o autor convive. O trabalho é resultado de dois anos de trabalho intenso e que resultaram em personagens que se desenvolveram ao longo da trama e deixarão no leitor o desejo de saber mais sobre o desenrolar de cada trajetória.

“Ordália, o mundo onde a história acontece, ficou grande demais para apenas um livro. Como ainda estou começando a trilhar meu caminho como escritora do gênero Fantasia, esse mundo poderá ser explorado em outros livros, como continuação do primeiro, mas também penso em montar um apenas com contos, utilizando o mesmo universo ficcional. Ainda não sei quantos livros serão, irei planejar no próximo semestre, logo após o lançamento de "As cinzas de Altivez", mas o segundo sem dúvida será escrito”, confirma.

Jornalista formada pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Juliana é mestre em Estudos de Linguagens (Linguística e Semiótica) e especialista em Imagem e Som pela mesma instituição. Além disso, é licenciada no curso de Letras (Língua Portuguesa e Literaturas), pela Universidade Estácio de Sá do Rio de Janeiro. Atuou como jornalista em agências de notícia, assessorias de imprensa e atualmente é professora universitária em cursos de graduação e pós-graduação na área de Comunicação.

Juliana Feliz é associada da União Brasileira de Escritores de Mato Grosso do Sul, grupo para o qual foi convidada em 2016. Neste período participou por duas vezes da Feira Literária de Bonito (FLIB), na qual participou como convidada e trocou experiências sobre o trabalho dela com outros escritores.

O lançamento do livro está marcado para o dia 18 de maio, às 20h, no Fran's Café, em Campo Grande. No entanto, os interessados em garantir um exemplar da primeira edição podem acessar o site  e adquirir a obra que será autografada no dia do evento. Outros meios de contato poderão ser feitos via Facebook   e Instagram .


 

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