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terça, 19 de fevereiro de 2019 - 01h42min

CESTA NADA BÁSICA

Nova produção do Netflix
retrata os bastidores do basquete

7 FEV 19 - 13h:00KREITLON PEREIRA, VIA STREAMING

Fundada em 1946 e atualmente composta por 30 times, a NBA é considerada a liga profissional de basquete mais importante no mundo. Dessa forma, o esporte transcendeu o conceito de atividade física para transforma-se numa indústria capaz de movimentar bilhões de dólares com ingressos, propagandas e patrocinadores. Nesse cenário, enquanto os atletas se enfrentam nas quadras, agentes e poderosos empresários travam uma partida bem mais lucrativa nos bastidores. Com o intuito de mostrar essa faceta comercial da NBA, chega dia 8 na Netflix o filme “High Flying Bird”, a primeira colaboração entre a plataforma de streaming e o renomado diretor Steven Soderberg, que ganhou um Oscar por seu trabalho em “Traffic”.

Ao longo de 90 minutos, o filme conta a história de Ray Burke (André Holland), um agente esportivo no centro de uma batalha entre a liga profissional de basquete e seus atletas, que culmina num locaute – termo derivado do inglês “lock out” para referir-se a uma paralisação causada pelos empregadores – com 29 estádios vazios, 300 mil empregos em risco e bilhões de dólares perdidos. Nesse contexto, Ray apresenta a seu cliente mais novo uma intrigante e controversa oportunidade de negócios para desafiar a NBA. Com apenas 72 horas para executar seu ousado plano, o agente acredita ser capaz de mudar para sempre esse sistema e devolver o controle do esporte aos jogadores.

Com roteiro de Tarell Alvin McCraney, ganhador do Oscar por seu trabalho em “Moonlight: sob a luz do luar”, “High Flying Bird” foi todo filmado em um Iphone 7 ao decorrer de apenas duas semanas. Mesmo assim, não deixa a desejar no quesito profissional, igualando-se as produções mais sofisticadas da indústria de entretenimento. Dessa forma, a produção busca, através do minimalismo, explorar o contraste entre jogadores ingênuos e agentes ardilosos, num universo onde empresários constroem verdadeiros impérios às custas dos sonhos e talentos alheios.

Os comentários abaixo são opiniões de leitores e não representam a opinião deste veículo.

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