CRÔNICAS DE SÃO FRANCISCO

Minissérie original da Netflix fala sobre amor, família e aceitação

No dia 7 de junho estreia “Crônicas de São Francisco”
06/06/2019 16:32 - KREITLON PEREIRA, VIA STREAMING


 

Há mais de meio século, São Francisco é conhecida como a capital gay americana. A cidade é muito importante para a história do movimento LGBT+, tendo sido palco da luta da comunidade desde o século passado. Inclusive, é nela que está localizado o primeiro bairro declarado gay do mundo, o Castro, que serviu como refúgio para grandes ativistas da causa LGBT.

É justamente na agitada São Francisco de 1976 que se passa um dos livros mais icônicos da literatura gay mundial: “Histórias de Uma Cidade”. Escrito por Armistead Maupin, foi lançado em 1978 e conta a história de um grupo de personagens da comunidade queer que vivem na pensão de Anna Madrigal (Laura Linney), no número 28 em Barbary Lane. Baseada nos livros de Maupin, a nova produção original da Netflix - “Crônicas de São Francisco” - chega à plataforma de streaming Netflix dia 7 de junho e promete honrar os tão amados personagens dos livros, ao mesmo tempo em que traz questões atuais para dentro do mundo fictício. Não é a primeira vez que a história dos moradores de “Barbary Lane 28” é adaptada para televisão, tendo sido montados shows em 1993, 1988 e 2001.

Na continuação criada pela Netflix, o espectador é convidado a acompanhar o retorno de Mary Ann Singleton (Olympia Dukakis, que faz parte do elenco da primeira adaptação, junto com Linney) à São Francisco e ao seu antigo endereço, o célebre número 28 em Barbary Lane. Depois de 20 anos, quando saiu da cidade para dedicar-se a uma carreira na televisão, abandonando o ex-marido Brian (Paul Gross) e a filha adotiva Shawna (Ellen Page) no processo, Mary se encontra no meio de uma crise de meia idade que a leva de volta para São Francisco. Apesar de esse ser o ponto inicial da história, a série se concentra bastante na trajetória de Shawna em busca do autodescobrimento.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".