Fale conosco no WhatsApp

Por sua segurança, coloque seu nome e número de celular para contatar um assessor digital por Whatsapp.

Campo Grande - MS, quinta, 18 de outubro de 2018

Sucesso

Médicos americanos operam
com sucesso gêmeas siamesas

15 FEV 2018Por Gazeta Online12h:13

Uma equipe médica do Hospital Infantil do Texas, na cidade de Houston, nos EUA, obteve sucesso na cirurgia de separação de gêmeas siamesas unidas pelo abdômen e pelo peito. Mesmo diante das incertezas, os especialistas submeteram as irmãs Anna e Hope Richards, nascidas em 29 de dezembro de 2016, ao procedimento e conseguiram separar a parede torácica, parte do coração,  fígado e  diafragma. 

A cirurgia ocorreu em 13 de janeiro. Porém, os resultados positivos foram nesta quarta-feira (14) pelo "Independent". As bebês permanecem no hospital e passam bem.

A condição das irmãs foi identificada ainda na barriga da mãe, em uma ultrassonografia de rotina. Por conta disso, elas nasceram de cesariana e nunca puderam deixar o hospital. Como explica a publicação, as meninas dividiam um grande vaso sanguíneo que conectava os seus corações através da parede torácica.

De acordo com o cirurgião pediátrico do Hospital Infantil do Texas Oluyinka Olutoye, manter as gêmeas vivas e saudáveis exigiu um planejamento intenso desde antes do nascimento. Para viabilizar a cirurgia, foram realizados meses de exames de imagem, modelagem e pesquisas.

A operação contou com Olutoye e uma equipe de 75 cirurgiões, anestesistas, cardiologistas e enfermeiras.

"Por meio de simulações e inúmeras reuniões de planejamento, conseguimos nos preparar para situações que poderiam surgir durante a separação. Estamos entusiasmados com o resultado e estamos ansiosos para continuar a cuidar de Anna e de Hope enquanto elas se recuperam", afirmou em comunicado o cirurgião-chefe e chefe de cirurgia plástica do hospital, Larry Hollier.

A previsão é que as bebês deixem o hospital em março. Os médicos acreditam que elas levarão uma vida saudável.

Os comentários abaixo são opiniões de leitores e não representam a opinião deste veículo.

Leia Também