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Dica da semana: "Questão de tempo"

Filme retrata a busca pelo amor através de viagens no tempo
23/04/2019 14:30 - KREITLON PEREIRA, VIA STREAMING


 

Ao longo da vida, arrepender-se é inevitável. Seja por algo que fez ou se privou, todos já se depararam com momentos que gostariam de mudar. Porém, se viajar para o passado fosse uma habilidade plausível, como alguém deveria se portar nessa situação? Certamente seria muito fácil, por exemplo, jogar na loteria sabendo os números vencedores. No entanto, apesar do acúmulo de capitais representar um papel importante na sobrevivência social, não significa tudo, muito menos a felicidade. E é exatamente a partir dessa premissa que se constrói o filme “About Time (Questão de tempo)”, escrito e dirigido por Richard Curtis e disponível na Netflix.

A história se desenrola quando Tim (Domhnall Gleeson) completa 21 anos e descobre que os homens de sua família possuem a capacidade de viajar entre o passado e o presente, conforme desejem. Para isso, basta entrar em um espaço privado e escuro, como um armário, cerrar os punhos e visualizar o momento que gostaria de reviver. No entanto, essa habilidade se restringe a sua própria vida, ou seja, a momentos que se recorda. Dessa maneira, não há como impedir um atentado, matar Hitler ou afetar profundamente a sociedade no geral. Porém, isso não significa que Tim está imune ao “efeito borboleta”, apenas que este decorre unicamente sobre sua vida.

Ao descobrir sua nova habilidade, apesar de mostrar-se inicialmente descrente, o jovem decide buscar um propósito para esta. Para o pai (Bill Nighy), a ausência do trabalho e dinheiro em excesso são a ruína de um homem e, portanto, utiliza seus “poderes” para ler todos os livros que deseja. No entanto, o que Tim mais deseja é encontrar seu par ideal. Com 21 anos, sua vida amorosa tem sido nada menos do que um desastre. Porém, tudo está para mudar quando aceita acompanhar o amigo em um encontro duplo e conhece Mary (Rachel McAdams), por quem não poupará esforços, e viagens no passado, para conquistar.

Felpuda


Em uma das eleições em MS, candidato já oficializado na convenção corria o trecho para conquistar os eleitores. Mal sabia, porém, que time do seu partido e de aliados estava tramando sua derrubada para emplacar substituto que teria mais votos. Por muito pouco, o dito-cujo não foi guilhotinado, conseguindo salvar o pescoço. Agora tudo indica que o mesmo processo estaria em andamento e seria mais fácil, pois a “vítima” desta vez ainda é só pré-candidato. Dizem que a “turma da trairagem” tem know-now no assunto.