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"Boi Neon", filme com Juliano Cazarré, é premiado em Veneza

"Boi Neon", filme com Juliano Cazarré, é premiado em Veneza
12/09/2015 17:55 - G1


 

O filme “Boi Neon”, do brasileiro Gabriel Mascaro, levou o prêmio especial da mostra “Horizontes” da 72ª edição do Festival de Veneza, anunciou neste sábado (12) a organização do júri.

Segunda produção do cineasta pernambucano Mascaro, "Boi neon" é uma trama situada no Nordeste brasileiro sobre o drama particular de um vaqueiro e sua família. Juliano Cazarré, de “A Regra do Jogo”, é o protagonista do longa, que também conta com Vinícius de Oliveira, Maeve Jinkings, Aline Santana e Carlos Pessoa.

O longo era um dos três representantes do Brasil na mostra competitiva, a segunda mais relevante do festival. Ao todo, 33 curtas e longas-metragens estavam na disputa, entre produções de Israel, Irã, Estados Unidos, China e Índia.

"Mate-me por favor" é a estreia da diretora carioca Anita Rocha da Silveira em um longa-metragem. A história mescla mistério, drama e humor. O pano de fundo é uma série de assassinatos que despertam a imaginação de um grupo de jovens. O elenco é composto por Bernardo Marinho, Valentina Herszage, Dora Freind, Julia Roliz e Mariana Oliveira.

O Brasil também era representado pelo filme "Tarântula", curta-metragem do baiano Aly Muritiba e da paranaense Marja Calafange. Em 20 minutos, a produção conta a história de uma família religiosa que mora em um casarão e se vê ameaçada com a chegada de um novo morador à casa. Ana Clara Fischer, Giuly Biancato, Luma Domingues Zanetti, Malu Zanetti Domingues compõem o elenco do curta.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".