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ARTE

Abaixo-assinado pede a inclusão de quadrinhos no Prêmio Jabuti

Abaixo-assinado pede a inclusão de quadrinhos no Prêmio Jabuti
12/01/2017 14:04 - FOLHAPRESS


Quadrinistas e cartunistas como Laerte, Rafael Coutinho, Eloar Guazzelli e os irmãos Fábio Moon e Gabriel Bá se uniram em um abaixo-assinado que pede a inclusão do gênero dos quadrinhos no Jabuti, o mais tradicional prêmio de livros do país.

O troféu, que existe desde 1958, conta hoje com 27 categorias, entre elas romance, poesia, contos, adaptação, tradução, projeto gráfico e ilustração.

A carta foi redigida por Érico Assis, Ramon Vitral e Wagner Willian e defende que os "quadrinhos são uma forma de expressão artística com linguagem e histórico próprios" e que, portanto, merecem uma categoria própria no Jabuti.

"Embora tenham nascido nos jornais e tenham permanecido grande parte de sua história nas bancas de jornais e revistas, os quadrinhos são publicados no formato livro, no Brasil, desde o início do século 20. De coletâneas de tiras de jornal até reproduções de álbuns estrangeiros, os quadrinhos estiveram presentes nas livrarias brasileiras, mesmo que em grau reduzido, ao longo do século passado", diz o texto.

Em nota assinada por seu presidente, Luís Antonio Torelli, a Câmara Brasileira do Livro, responsável pelo prêmio, afirma que "o Prêmio Jabuti nasceu em 1958, com apenas duas categorias (melhor autor e editora do ano), e seguiu crescendo e se consolidando como o mais tradicional prêmio do livro no Brasil. Hoje, já contamos com 27 categorias, além da escolha dos livros do ano de ficção e não ficção. Receber um pedido como esse, para incluirmos HQs no Jabuti, comprova a importância do prêmio para todo o mercado editorial.

No decorrer dos anos novas categorias foram contempladas e não descartamos a criação de história em quadrinhos como uma delas. A CBL receberá com muito carinho este pedido e encaminhará para a curadoria do prêmio".

Felpuda


Apesar de ainda fazer certo charme no estilo “se chamar, vou pensar” é praticamente certo que ex-candidato ao governo do Estado nas eleições passadas não participará da disputa pela Prefeitura de Campo Grande. Nos meios políticos é falado que não se trata de “novidade” e que não haverá mais cavalo encilhado passando na sua frente. Ele ainda insinua que poderá voltar em 2022, mas há quem diga que não precisará pensar, pois faltará a tal da “chamada”.