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Campo Grande - MS, quarta, 16 de janeiro de 2019

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“A Última Gargalhada” estreia na Netflix para amenizar os efeitos da passagem do tempo

A produção mostra que a velhice não é apenas um conceito assustador

11 JAN 2019Por Kreitlon Pereira, Via Streaming15h:00

Envelhecer não é fácil, mas é definitivamente melhor que a alternativa. Com o passar dos anos, o ser humano desenvolveu técnicas refinadas no âmbito da saúde, permitindo que cada vez mais pessoas pudessem experimentar as diversas crises associadas à velhice. Consequente a esse aumento, a terceira idade ganhou mais enfoque em todos os segmentos, inclusive na comédia. E, para acompanhar esse progresso, o filme “A Última Gargalhada” chega à Netflix dia 11 de janeiro.

A produção original acompanha os primeiros dias do empresário Al Hart (Chevy Chase) em uma casa de repouso. Logo ao chegar lá, Al encontra seu primeiro cliente, Buddy, um comediante que largou a profissão há 50 anos e virou podólogo. Com os dois constantemente juntos, Al planta em Buddy uma ideia: voltar aos palcos e fazer uma turnê pelos Estados Unidos. Ao lado de Jeannie, neta do agente, os três participam de uma jornada pelo país movida pelas gargalhadas alheias.

Um ponto interessante do longa é que, por retratar um comediante, muito do que faz do filme uma comédia é exibida como parte do trabalho de Buddy, quase como uma “comédia dentro da comédia”. Dessa forma, as piadas se desenrolam dentro e fora dos palcos, quase sempre ao redor da temática da velhice. Esse tema mórbido acaba por ser tratado de uma forma bem irreverente, para tornar um pouco mais leve o significado dessa fase da vida.

“A Última Gargalhada” entra no catálogo da Netflix para ressaltar a mensagem passada por “O Método Kominsky”. Tanto no filme quanto na série, a moral da história é que a velhice não é apenas um conceito assustador, mas sim uma nova oportunidade de se reinventar. E viver a vida de forma bem menos responsável que na fase adulta.

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