CURSOS TÉCNICOS

IFMS abre 1,4 mil vagas; Confira como se inscrever

Prazo final para inscrição é até o dia 6 de novembro
12/09/2019 09:57 - BRUNA AQUINO


 

Já estão abertas as inscrições para o Exame de Seleção 2020 do processo seletivo com 1.440 vagas em cursos técnicos integrados ao ensino médio. As vagas são ofertadas pelo Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS). 

As inscrições devem ser feitas pela Página do Candidato da Central de Seleção até o dia 6 de novembro. A taxa de inscrição é de R$ 25,00 e deve ser paga por meio da Guia de Recolhimento da União (GRU) em qualquer agência do Banco do Brasil até o dia 7 de novembro.

Haverá isenção da taxa aos candidatos que apresentarem documento que comprove escolaridade em escola pública. A isenção deve ser solicitada até 10 de outubro, no ato da inscrição.

Distribuídas em 11 diferentes cursos, as vagas são para a Capital e mais nove municípios, sendo eles Aquidauana, Corumbá, Coxim, Dourados, Jardim, Naviraí, Nova Andradina, Ponta Porã e Três Lagoas. 

O edital do processo está disponível na Central de Seleção do IFMS, para compreender todas as regras do processo seletivo, cronograma e demais informações.

Conforme o IFMS, no curso técnico integrado, o estudante faz o ensino médio regular e as disciplinas da formação profissional e tecnológica ao mesmo tempo. O diploma possibilita tanto o ingresso na universidade como no mercado de trabalho.

Além de ter o ensino fundamental completo até a data da matrícula no IFMS, prevista para janeiro de 2020, o interessado deve ter o CPF em seu nome. O número deverá ser informado na inscrição.



 

 

smaple image

Fique por dentro

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo, direto no seu e-mail.

Quero Receber

Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".