TECNOLOGIA

Twitter e Google se juntam para criar ferramenta de ler notícias

A informação foi divulgada, nesta sexta-feira (11), pelo site "Re/code"
11/09/2015 19:29 - FOLHAPRESS


Twitter e Google estão trabalhando em uma ferramenta para oferecer aos seus usuários notícias de forma rápida em suas páginas nos smartphones. A informação foi divulgada, nesta sexta-feira (11), pelo site "Re/code", citando uma fonte que conhece a situação.

A iniciativa das empresas seria uma resposta ao Facebook, que, em maio, lançou um serviço permitindo que nove veículos de comunicação -como o site "Buzzfeed" e o jornal "The New York Times"- publicassem conteúdo noticioso direto na rede social.

O propósito do site de Mark Zuckerberg era que as pessoas não deixassem o aplicativo quando clicassem em uma notícia. Em junho, foi a vez de a Apple apresentar um serviço parecido.

Segundo o "Re/code", a diferença é que na ferramenta em desenvolvimento pelas duas companhias, ao abrir um link, a notícia apareceria de forma breve, como se fosse em um pop-up, em vez de precisar carregá-la completamente, o que levaria mais tempo e dependeria de uma melhor conexão com a internet.

Isso também faria com que a audiência fosse direcionada para as páginas noticiosas.

Outra diferença da ferramenta do Google e do Twitter é que ela será de código aberto. Isto é, que pode ser distribuída e manipulada por outros usuários. Assim, a ideia das duas empresas de tecnologia é atrair mais interessados em trabalhar com o programa.

No fim do mês de agosto, o Twitter começou a testar no Brasil um agregador de notícias, que mostra ao usuário os principais acontecimentos do dia em uma aba separada, sem precisar seguir qualquer empresa de comunicação.

As duas empresas não confirmaram se estão desenvolvendo esse projeto.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".