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MERCADO PECUÁRIO

MS é autorizado por governo Chileno a exportar carne bovina

Ao todo, 12 municípios serão beneficiados com a decisão
28/12/2018 13:35 - ALINE OLIVEIRA


 

Após oito anos de embargo a compra de carne bovina de Mato Grosso do Sul, o Serviço Agrícola e Pecuário (SAG) do Chile comunicou a habilitação integral do estado para exportar carne bovina congelada e in natura. 

Com isso, os municípios de Antônio João, Aral Moreira, Bela Vista, Caracol, Coronel Sapucaia, Paranhos, Ponta Porã, Porto Murtinho, Sete Quedas, Japorã,  Corumbá e Mundo Novo serão autorizados a retomar negociações comerciais com o país. 

Um dos motivos que levou o Chile a barrar a entrada do produto sul-mato-grossense foi a proximidade de algumas cidades citadas com a fronteira do Paraguai e Bolívia. A área fazia parte da antiga Zona de Alta Vigilância (ZAV) implantada em 2008, em função dos focos de febre aftosa registrados na região em 2005 e 2006.

RETOMADA

No final de agosto deste ano, uma missão veterinária chilena veio ao Brasil e avaliou o serviço veterinário oficial brasileiro, buscando informações sobre a vigilância para febre aftosa no país. O relatório da missão foi favorável, garantindo assim a reabertura do mercado. 

A diretora substituta do  Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Judi da Nóbrega comemora o comunicado chileno.

“Acabaram os impeditivos à exportação de carne bovina in natura de animais daquela área, além de todas as demais restrições para movimentação de animais susceptíveis à aftosa daquela área para outras partes do país. A nova condição deverá valorizar os animais da região e impulsionar o seu comércio, favorecendo à pecuária regional”, destaca. 

*Com informações do Ministério da Agricultura

 

Felpuda


Paixão política que extrapola o bom senso, chega nas redes sociais e se transforma em baixaria pode resultar em prejuízo no bolso. Isso foi o que aconteceu com autor de texto nada elogioso contra colega por diferenças em apoio a candidatos nas eleições de 2016. O dito-cujo foi condenado a pagar indenização de R$ 7 mil, com correção monetária e juros mensais a partir da publicação da sentença, além dos honorários advocatícios. Detalhe: os adversários daquela época hoje andam de braços dados. Pode?