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pecuária

Cresce procura pelo credenciamento
no programa Precoce MS

Depois da crise no setor, 7 frigoríficos solicitaram adesão

31 JUL 17 - 05h:00DA REDAÇÃO

O Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) analisa sete pedidos para credenciamento de novos frigoríficos ao programa Precoce MS, o antigo “Novilho Precoce”.

Desde o relançamento do programa, abril deste ano, até agora, 43 mil animais foram abatidos em três unidades credenciadas no Estado, conforme dados repassados pela Semagro.

O volume representa 53,7% da meta anunciada pelo governo do Estado, de chegar a 80 mil abates no Precoce MS até o fim de 2017. 

“Nesse cenário de 43 mil unidades vendidas, o que a gente vê claramente? Primeiro, no Novilho Precoce, nós precisamos credenciar. Uma das ações, além do tributo (alíquota reduzida do ICMS para o boi em pé, de 12% para 7% por 90 dias), nós precisamos credenciar mais frigoríficos. Estão em análise hoje sete frigoríficos, para serem credenciados. Depende de uma análise técnica, mas a nossa meta é ter, em 30 dias, pelo menos três ou quatro novos frigoríficos do Novilho Precoce”, disse o secretário da pasta, Jaime Verruck. 

Entre as exigências aos frigoríficos que foram introduzidas na reformulação do programa, as unidades passam a assumir o compromisso de disporem e utilizarem equipamentos de coleta/transmissão de dados e informações sobre a tipificação de animais em tempo real ao banco de dados do Estado, e também de procederem o pagamento de eventuais bonificações, por depósito bancário, na conta do beneficiário, em até três dias após o abate.

Os frigoríficos também assumem integralmente a função de classificação e tipificação de carcaças, tarefa anteriormente realizada pela Secretaria de Fazenda (Sefaz).

Já para o produtor rural participar do programa, também é preciso estar credenciado ao Nelore MS.

*Leia reportagem, de Daniella Arruda, no suplemento Correio Rural do jornal Correio do Estado.

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