MATO GROSSO DO SUL

Colheita de cana soma 18,5 milhões <br>de toneladas no 1º trimestre

Volume é 7% maior do que o processado em 2018
12/07/2019 14:56 - ALINE OLIVEIRA


 

A Associação de Produtores de Bionergia de Mato Grosso do Sul (Biosul) divulgou nesta sexta-feira (12), o resultado do processamento das lavouras de cana-de-açúcar, relativo ao 1º trimestre da safra 2019/2020.

O volume somou 18,5 milhões de toneladas, o que representa crescimento de 7%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Bons resultados também foram observados na produção de etanol hidratado que totalizou 938 milhões de litros, no período acumulado da safra.

O produto obteve crescimento de 10 pontos percentuais, porém, o etanol anidro registrou retração de 1,4% na produção, com 233 milhões de litros. Os dois produtos somaram 1,1 bilhão de litros de etanol produzidos pelo Estado. 

Com relação ao açúcar foi identificada uma leve recuperação no 1º trimestre da safra, com 328 mil toneladas, quantidade 7,6% maior comparado ao mesmo período da safra anterior.

Apesar da recuperação na produção do açúcar, o mix de produção da safra em Mato Grosso do Sul permanece voltada para etanol, com 85% de destinação da cana.

O presidente da Biosul, Roberto Hollanda Filho, explica que as condições climáticas foram fundamentais para o resultado positivo de produção no período elencado.

No entanto, acrescenta que as ocorrências de geadas em áreas  de lavoura de cana-de-açúcar, no incío de julho, podem refletir no resultado dos próximos balanços da safra. 

“Já sabemos que o fenômeno climático foi mais extenso que o esperado. Neste momento, nossas associadas estão com equipes a campo para levantar informações a avaliar eventuais danos aos canaviais, que devem aparecer, se houver, no monitoramento das próximas quinzenas”, pontua.

 

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Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".