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HORTIFRUTIGRANJEIROS

Cebola tem queda de 17% e alivia bolso do consumidor

Tomate também diminui o preço
18/06/2019 13:07 - ALINE OLIVEIRA


 

A redução no preço da cebola chegou a 17%  em quase todas as Centrais de Abastecimento (Ceasa, conforme informação divulgada nesta terça-feira (18), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). 

Outros produtos também apresentaram retração, como o tomate, batata, laranja e mamão, porém, o índice do produto apresenta retração desde o final do ano passado. Em Campo Grande, o preço reduziu 5% em maio com relação ao mês anterior. O valor médio do quilo da cebola ficou em R$ 2,75 reais, mas, em junho a tendência é diminuir ainda mais.

De acordo comao gerente de modernização do Mercado Hortigranjeiro da Conab, Joyce Fraga, a queda no índice é resultado do aumento da oferta, com a produtividade e colheita nos estados de Goiás, São Paulo e Minas Gerais. 

“A pulverização da produção nesta época do ano contribui para a queda de preços, pois os mercados são abastecidos por vários estados”, explica.

O tomate, campeão de preço altos nos últimos meses, também apresentou redução na maioria dos Estados. “Só não caiu o preço em Recife, mas registrou o maior percentual de queda na CeasaMinas, passando dos 34%. 

Já a batata teve redução nas cotações em todas as centrais, com destaque para Vitória/ES (20,8%), Goiânia/GO (19,1%), Recife/PE (17,6%) e Rio de Janeiro/RJ (16,8%)”, completa Fraga.

FRUTAS

Entre as frutas, as maiores reduções de preços ocorreram com o mamão e a laranja. No caso do mamão, o motivo foi a diminuição no consumo neste período frio, a oferta maior em algumas centrais, sobretudo da espécie formosa, e a concorrência com outros produtos.

Já a laranja, graças à superoferta dos laranjais de São Paulo, está mais acessível à população, com preços em queda nos mercados atacadistas.
 

*Com informações da Ascom Conab

 

Felpuda


As conversas vêm acontecendo muito, mas muito reservadamente mesmo, e dão conta de que suplente poderá receber convocação, assumir a titularidade do cargo e por lá ficar por tempo indeterminado. Como é óbvio, tem gente jurando que nunca ouviu nem sequer falar sobre o assunto. O motivo não seria nada ligado a possíveis atos de irregularidades, mas sim por problemas de ordem pessoal.