DELICIOSO

Bolo bomba que já sai do forno recheado

Bolo bomba que já sai do forno recheado
19/01/2020 06:00 - TUDO GOSTOSO


 

INGREDIENTES

Creme

1 xícara de leite integral

2 xícaras de leite de coco

1 caixa de creme de leite sem soro (200 ml)

1 gema

3 colheres (sopa) de amido de milho

1 lata de leite condensado

100 g de coco ralado

Massa

4 ovos (usar as gemas e bater as claras em neve)

1 xícara de óleo

1 xícara de açúcar 

1 xícara de chocolate em pó

1 xícara de leite em temperatura ambiente

2 xícaras de farinha de trigo

1 colher (sopa) de fermento em pó

1/4 colher (chá) de bicarbonato de sódio

Ganache

200 g de chocolate ao leite

300 ml de creme de leite fresco

coco ralado e raspas de chocolate para decorar

MODO DE PREPARO

Creme

Coloque o leite, o leite de coco, a gema, o leite condensado e o amido dissolvido em 1/2 xícara de leite de coco em uma panela.

Misture bem até engrossar. 

Deixe esfriar. 

Quando estiver morno, adicione o creme de leite e o coco ralado e misture bem.

Bolo

Na batedeira, bata os ovos, o óleo, o açúcar e o chocolate até a mistura dobrar de tamanho.

Vá intercalando o leite e a farinha de trigo, em pelo menos 2 etapas, terminando com a farinha.

Desligue a batedeira. 

Adicione o fermento e o bicarbonato.

Ganache

Em um recipiente de vidro, pique o chocolate e reserve.

Em uma panela, aqueça o creme de leite até começar a levantar fervura, mas não deixe ferver. 

Despeje o creme de leite em cima do chocolate e misture até ficar uma mistura homogênea.

Montagem

Coloque a massa do bolo em uma forma untada e enfarinhada

Em colheradas, coloque o creme sobre a massa.

Leve ao forno (180° C) para assar.

Retire e cubra o bolo, espere esfriar e desenforme.

Espalhe a ganache por toda a superfície do bolo e salpique o coco e o chocolate por cima

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".