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POLÍTICA

Senado divide comissões e PT <br>fica com Direitos Humanos

Senado divide comissões e PT <br>fica com Direitos Humanos
12/02/2019 19:00 - FOLHAPRESS


Em acordo com os líderes partidários, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), distribuiu nesta terça-feira (12) as 13 comissões permanentes da Casa entre 11 partidos.

Os nomes para presidir os colegiados bem com seus membros devem ser definidos até a manhã desta quarta-feira (13), embora alguns presidentes já tenham sido escolhidos.

Maior partido do Senado, com 13 integrantes, o MDB comandará a comissão de Educação e a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), com Simone Tebet (MS). Este colegiado é considerado o mais importante porque é responsável por decidir sobre a constitucionalidade de matérias.

A CCJ terá duas subcomissões que acompanharão a tramitação do pacote anticrime e a reforma da Previdência na Câmara.

O MDB também presidirá a CMO (Comissão Mista de Orçamento), responsável por definir o Orçamento federal.

O PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, vai presidir a comissão de Agricultura.

Maior partido de oposição, o PT presidirá a comissão de Direitos Humanos.

A CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) ficará com o PSD, que indicará Omar Aziz (AM).
Uma das primeiras missões desta comissão será sabatinar o novo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

O PSD também indicará o presidente da comissão de Relações Exteriores.

A Rede vai presidir a comissão de Meio Ambiente, enquanto o DEM, partido de Davi, ficará com Infraestrutura.

O Podemos presidirá a comissão de Assuntos Sociais. PRB e PSC, que têm apenas um senador, cada, se revisarão na presidência e na vice na comissão Senado do Futuro, que discute temas variados.
Ciência e Tecnologia ficará com o PP. O PSDB vai comandar duas comissões: Desenvolvimento Regional e Fiscalização e Controle.

Cinco legendas ficaram sem comissão: PDT, PPS, PR, PROS e PSB.

Felpuda


Político experiente tem repetido que não é o momento de falar em eleições. O momento é de tensão, de incertezas políticas e econômicas – como se o País fosse uma ilha de preocupações cercada pelo coronavírus por todos os lados. Em Mato Grosso do Sul, onde já se registrou morte pela doença e o número de casos só tende a subir, não poderia ser diferente. “É suicídio político para quem ousar falar em eleição neste momento”, conclui. Só!