Política

AUMENTO

Reajuste é oficializado e governador de MS passa a receber mais de R$ 35 mil

Salários do vice-governador e dos secretários também subiram

RENAN NUCCI

20/12/2018 - 07h50
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Foi publicado no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira a oficialização do reajuste de salário do governador Reinaldo Azambuja. Conforme portaria assinada pelo deputado estadual Junior Mochi, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, a partir do dia 1º de janeiro, o chefe do executivo estadual passa a receber R$ 35.462,27 mensais.  

A matéria, que também fixa as remunerações do vice-governador e dos secretários de Estado, havia sido aprovada pelos deputados estaduais na sessão de terça-feira.

No geral, o aumento será de 16,38%, seguindo o reajuste aplicado ao subsídio dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), aprovado no dia 7 de novembro pelo Senado Federal – o salário dos magistrados subiu de R$ 33,7 mil para R$ 39,29 mil, conforme estabelecido pela Lei Federal 13.752/2018. 

O vencimento de Reinaldo Azambuja, conforme a justificativa do PL, “está abaixo do teto do funcionalismo público no Estado que tem como referência a remuneração dos desembargadores, hoje o equivalente a 92,25% do subsídio mensal de Ministro do Supremo Tribunal Federal”. 

O governador tem declarado que irá doar parte do seu salário a entidades assistenciais. O subsídio do vice-governador, Murilo Zauith, será de R$ 28.369,82. É o mesmo valor dos salários dos secretários de Estado. Os vencimentos desses agentes políticos também constam do PL aprovado hoje. As despesas resultantes desses reajustes “correrão à conta de dotação orçamentária própria, suplementada se necessário”, afirma a nova lei.
 

Declaração

Escala 6x1: Posso apresentar o relatório entre 20 e 22 de maio, diz Leo Prates

Declarações ocorreram nesta quarta-feira, 29, após ter tomado posse da relatoria na Câmara.

29/04/2026 21h00

Foto: Divulgação

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O relator da comissão especial sobre as propostas que dão fim à escala 6x1, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), declarou que pretende apresentar o seu parecer ao colegiado entre os dias 20 e 22 de maio.

As declarações ocorreram nesta quarta-feira, 29, após ter tomado posse da relatoria na Câmara. O presidente do colegiado é o deputado Alencar Santana (PT-SP).

O relator disse que vai apresentar o seu plano de trabalhos ao presidente Hugo Motta (Republicanos-BA) na próxima segunda-feira, 4. A votação do plano deve ter na terça-feira, 5

"Eu posso apresentar o relatório na comissão especial entre 20 e 22 (de maio)", declarou Prates. Segundo ele, a expectativa é de que a votação ocorra na semana seguinte.

Em entrevista à imprensa, Prates reiterou que produzirá um "texto médio do pensamento da Casa" e que trabalhará "com equilíbrio e conversando com setor produtivo".

"O que nós pudermos, dentro da meta, que é acabar com a escala 6x1, fazer para mitigar os efeitos econômicos, nós faremos, dentro de rearranjos econômicos", disse.

Prates acrescentou: "Inclusive, eu já conversei com o presidente Alencar, com o presidente Hugo Motta, sobre algumas coisas que a gente voluntariamente possa fazer, que possa preparar o Brasil para a escala ideal, que é a 4x3".

De acordo com o presidente da Câmara, a expectativa é de que a comissão e o plenário realizem a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) até o fim de maio. Em seguida, o Senado deverá analisar a matéria.

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Pedido

Trump pede que Netanyahu realize apenas ataques 'cirúrgicos' no Líbano

Cessar-fogo que Trump ajudou a intermediar no Líbano está sendo cumprido apenas parcialmente

29/04/2026 19h00

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump Foto: Divulgação

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O presidente dos EUA, Donald Trump, disse ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que Israel deveria realizar apenas ações militares "cirúrgicas" no Líbano e evitar uma retomada total da guerra, afirmou o republicano à Axios em uma entrevista por telefone nesta quarta, 29.

O cessar-fogo que Trump ajudou a intermediar no Líbano está sendo cumprido apenas parcialmente, e autoridades tanto em Israel quanto no Líbano temem que ele entre em colapso por completo ainda antes de expirar em meados de maio. Também não houve progresso para lançar negociações de paz entre os países, apesar de o secretário de Estado americano, Marco Rubio, ter sediado duas reuniões com os respectivos embaixadores.

Segundo o israelense Channel 12, Trump pediu a Netanyahu que atuasse com mais cautela e não derrubasse prédios no Líbano, porque isso prejudicaria a imagem de Israel.

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