Fale conosco no WhatsApp

Por sua segurança, coloque seu nome e número de celular para contatar um assessor digital por Whatsapp.

Campo Grande - MS, quarta, 21 de novembro de 2018

Meio Ambiente

Projeto retira da silvicultura rótulo de atividade poluidora

Atividade de plantio florestal é reconhecida por sua capacidade de proporcionar benefícios ambientais e sociais

11 AGO 2015Por Painel Florestal12h:26

A silvicultura pode sair da lista de atividades poluidoras e ficar isenta da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental. É o que prevê projeto do senador Alvaro Dias (PSDB-PR) aprovado há uma semana na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA). A proposta já seguiu para a Comissão de Meio Ambiente (CMA).

“A atividade de plantio florestal é reconhecida por sua capacidade de proporcionar benefícios ambientais e sociais. De acordo com informações da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), o país precisa aproveitar e incentivar de maneira eficaz o potencial do setor de florestas plantadas – que gera 4,5 milhões de empregos – eliminando as principais barreiras que atrapalham o avanço do setor cuja cadeia produtiva compreende uma diversidade de produtos como madeira para construção civil, papel e celulose, painéis de madeira, carvão vegetal e biomassa, entre outros. Especificamente no caso de papel e celulose, 100% da produção nacional”, disse o senador na justificativa.

Hoje os estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Bahia, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul são detentores de 87,1% da área total de plantios florestais. O Estado do Paraná lidera o ranking de área plantada de Pinus com 39,7% da área total. No total, o Brasil conta com 7.6 milhões de hectares de florestas plantadas, o que permite sequestrar 1,67 bilhão de CO² da atmosfera.

“A silvicultura, que contribui com geração de emprego e renda, produção de diversos benefícios ambientais, não deveria ser mantida como com o rótulo de atividade poluidora e submetida a licenciamento ambiental burocrático e dispendioso, destacou Alvaro Dias.

Os comentários abaixo são opiniões de leitores e não representam a opinião deste veículo.

Leia Também