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POLÍTICA

Prefeitos de MS vão a Brasília defender inclusão de estados e municípios na Reforma

Gestores municipais, vereadores e deputados debatem o tema
09/07/2019 14:10 - CLODOALDO SILVA, DE BRASÍLIA


 

Prefeitos e vereadores sul-mato-grossenses estão em Brasília hoje defendendo que seja apresentado um destaque na Reforma da Previdência para assegurar a inclusão dos servidores estaduais e municipais no texto da PEC 06/2019. Nove gestores municipais do Estado estão conversando em grupo com os deputados federais de Mato Grosso do Sul.

De acordo com Rogério Rosalin (PSDB), prefeito de Figueirão, “o texto ao deixar os municípios de fora da reforma é um atentado ao pacto federativo, vai ser uma demonstração de que o Congresso Nacional trata de forma diferente estados e municípios ao restringir a aplicação de alíquota extraordinária apenas para a União”, disse. 

Além de Rosalin, estão percorrendo os gabinetes os prefeitos de Angélica, Roberto Cavalcanti (PSB); de Bela Vista, Reinaldo Benites (PSDB); Dois Irmãos do Buriti, Edilsom Souza (PSDB); de Guia Lopes da Laguna, Jair Scapini (PSDB); de Ivinhema, Éder Uilson Lima (PSDB); de Naviraí, José Macedo (DEM); de Nioaque, Valdir Souza Júnior (PSDB); e de Taquarussu, Roberto Tavares Almeida  (PSDB). Também os vereadores de Bandeirantes Jeovane Félix (SD), presidente da Câmara Municipal; Cristiano do Sindicato Rural e Eugênio Fernandes. 

A mobilização foi organizada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) com objetivo de incluir na Reforma da Previdência uma emenda aglutinativa de inclusão dos municípios no texto, bem como apresentar um destaque para suprimir a proibição de criar regimes próprios nas prefeituras.

Felpuda


As conversas vêm acontecendo muito, mas muito reservadamente mesmo, e dão conta de que suplente poderá receber convocação, assumir a titularidade do cargo e por lá ficar por tempo indeterminado. Como é óbvio, tem gente jurando que nunca ouviu nem sequer falar sobre o assunto. O motivo não seria nada ligado a possíveis atos de irregularidades, mas sim por problemas de ordem pessoal.