ELEIÇÕES 2018

Pesquisa mostra “velha guarda”<br> na preferência do eleitor de MS

Tendência é não promover renovação
21/08/2017 04:00 - Adilson Trindade


 

A última pesquisa do Ipems (Instituto de Pesquisas de Mato Grosso do Sul Ltda) indica a tendência do eleitor não promover renovação política nas eleições de 2018. A mudança de rumo só se estourar novos escândalos de proporções de promover estragos irreparáveis dos maiores líderes políticos do Estado. Hoje a “velha guarda”, como é chamada os políticos tradicionais, continua sendo apontada de opção para a sucessão estadual.

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB), os ex-governadores André Puccinelli (PMDB) e José Orcírio dos Santos, o Zeca do PT, além do ex-prefeito de Campo Grande Nelsinho Trad (PTB) são alvos de denúncias, mas continuam sendo as principais opções do eleitor para a sucessão estadual ou mesmo para concorrer a uma vaga de senador. O nome fora da política em destaque é do juiz federal Odilon de Oliveira. Ele está embolado no meio dos políticos tradicionais numa eventual disputa a governador ou senador.

Nota-se hoje a relação de “amor e ódio” a André, Azambuja, Zeca e Nelsinho. Eles estão em todas as conversas sejam para serem elogiados ou criticados e não se falam de outro nome para a sucessão estadual. Este cenário mostra a fixação do eleitor em cima dos políticos da “velha guarda”.

Reportagem completa está na edição de hoje do Correio do Estado.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".