CÂMARA

Pedido de requerimento gera troca de farpas entre vereadores

Requerimento é para conseguir informações a respeito de investimentos na Feira Central
11/07/2019 15:44 - EDUARDO PENEDO


 

O forninho caiu novamente na sessão da Câmara de Vereadores. Discussão sobre um requerimento para fazer uma devassa nas contas da Feira Central de Campo Grande gerou troca de farpas entre o líder do prefeito na Casa, vereador Chiquinho Telles (PSD), e seu colega de parlamento Vinicius Siqueira (DEM). O mal-estar aconteceu na sessão desta quinta-feira (11).  

O enfermeiro Fritz (PSD) recebeu denúncias de feirantes e usuários do estacionamento da Feirona de que o dinheiro arrecadado no local não era repassado para a prefeitura de Campo Grande. Diante disso, o parlamentar pediu um requerimento para conseguir informações à Secretaria de Cultura a respeito de investimentos na Feira Central.  

O requerimento foi a votação nominal e a celeuma se deu quando o líder do prefeito reclamou da votação em torno de um requerimento e disse que informações podem ser obtidas diretamente na pasta. Vinicius Siqueira que normalmente é “oposição” ao prefeito de Campo Grande Marcos Trad (PSD) votou a favor do requerimento proposto por Fritz. Telles então lembrou Siqueira que ele sempre vota contra o executivo Municipal, o democrata rebateu dizendo que nunca é contra investigar a prefeitura.  

Quando os ânimos pareciam estar mais calmos, Siqueira usa a palavra para falar sobre o veto to à proposta que previa isenção na taxa de inscrição de concurso municipal para voluntários que servirem à Justiça Eleitoral, de autoria de Chiquinho Telles, e a chamou de projetinho eleitoreiro fato que acirrou os ânimos da sessão desta quinta-feira que a princípio pareceu pacata. 

No mesmo momento Telles questionou o colega dizendo quando projetos ele tem na Casa de Leis e cobrando respeito.  

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Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".