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PROFESSORES

Não me senti traído com os deputados, diz Reinaldo

Governador explicou que recebeu mais de 600 mensagens via WhatsApp para desistir do projeto
19/07/2019 12:39 - EDUARDO PENEDO


 

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) disse que não se sentiu traído com os votos contrários dos deputados Rinaldo Modesto, Marçal Filho e Onevan de Matos no projeto de regras para contratar professores temporários.” Não traído não. Eu respeito sou muito democrático. Eu só entendo que estávamos fazendo algo que acaba sendo polêmico. Você criar uma diferenciação entre uma categoria que é o efetivo e o temporário que é o convocado, mas isso é feito pelas necessidades.", explica.

Reinaldo completa ainda que "o estado precisou disso para cumprir com aqueles dos efetivos que foi feito pelo André que foi empurrado pra nós. É importante pagar um piso maior para o professor e valorizar a categoria. Hoje, conversei em Brasília tem 20 Estados que não dão conta de pagar o piso. Para o concursado estamos pagam 80% a cima do piso e para os convocados vamos pagar 10% a mais do piso" explica Azambuja. 

Na quinta (18), Sergio de Paula disse que deputados que votaram contra a pauta do Governo do Estado na Assembleia Legislativa sobre a reorganização dos salários de professores temporários passarão pela comissão de ética do partido e depois o relatório será debatido na executiva, mas que da parte dele não ocorrerá expulsão."Até porque muitos deputados são candidatos a prefeito, entendemos que cada um tenha sua opinião", afirmou durante agenda do governador, Reinaldo Azambuja (PSDB), sobre liberação de recursos para reforma do Aeroporto Internacional de Campo Grande, na manhã desta quinta-feira (18). 

Os deputados da base do governo que não votaram a favor da proposta do Executivo foram Rinaldo Modesto, Marçal Filho e Onevan de Matos. "Essa é a nossa maior bancada e respeitamos a opinião de cada deputado, mas vamos buscar coerência e se eles resolverem alguma mudança vai ser a partir deles e não da executiva", reforçou De Paula. 

 

Felpuda


Tudo indica que o MDB não conseguiu convencer o PSDB de iniciar namoro com vistas a casamento nas eleições, e a ideia teria sido descartada. Os tucanos demonstraram que o problema deles não é o cargo: os emedebistas ofereceram a vaga de vice na disputa à Prefeitura de Campo Grande, a mesma cobiçada pelos tucanos, mas na chapa do PSB do atual prefeito. A questão, politicamente falando, seria, digamos, o oferecido “noivo”. Afe!