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NA ALEMANHÃ

Não há crise econômica no país, <br>diz presidente Michel Temer

Não há crise econômica no país, <br>diz presidente Michel Temer
08/07/2017 08:13 - FOLHAPRESS


 

O presidente Michel Temer disse nesta sexta-feira (7) que não existe uma crise econômica no Brasil. Ele havia acabado de chegar a Hamburgo, na Alemanha, onde participa da cúpula do G20.

"Crise econômica no Brasil não existe. Pode levantar os dados e você verá que estamos crescendo no emprego, estamos crescendo na indústria, estamos crescendo no agronegócio."

No dia 30, o IBGE divulgou que o desemprego no trimestre de março a maio foi de 13,3%, atingindo 13,8 milhões de pessoas. O índice é considerado estabilidade pelo instituto em relação ao trimestre anterior, encerrado em fevereiro. Na comparação com o mesmo período do ano passado, porém, houve adição de 2,3 milhões no total de desocupados.

Acompanhando o presidente na viagem a Hamburgo, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, reforçou a mensagem oficial de que a economia vai bem.

Meirelles admitiu que há "uma certa diminuição no nível da confiança", causada pela crise política, mas insistiu em que a administração continua trabalhando intensamente pela aprovação das reformas econômicas.

A VOLTA DO DESEMPREGO

Em vídeo divulgado nesta sexta-feira (7), o presidente Michel Temer afirmou que seu governo está fazendo "voltar o desemprego" no país.

A mensagem com a gafe foi gravada após o presidente participar de umas das reuniões do G20.

Nela, Temer diz que teve a chance de relatar aos outros líderes mundiais o que sua administração vem fazendo no Brasil. "Gerando exatamente inflação baixa, reduzindo os juros, fazendo voltar o desemprego e combatendo a recessão", afirmou.

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Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?