BRASIL

Maia desiste de recepcionar Bolsonaro no Congresso antes de votação da reforma

Maia desiste de recepcionar Bolsonaro no Congresso antes de votação da reforma
10/07/2019 11:27 - ESTADÃO CONTEÚDO



O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), desistiu de recepcionar o presidente Jair Bolsonaro na manhã desta quarta-feira, 10, no Congresso. Bolsonaro foi ao local para participar de um culto da Frente Parlamentar Evangélica ministrado pelo ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos. Ele também participou por alguns minutos de uma sessão solene no plenário da Casa em homenagem aos 42 anos da Igreja Universal do Reino de Deus.

Inicialmente, a agenda de Maia, divulgada na noite de terça, previa que ele estaria na Câmara para receber Bolsonaro e que também participaria do culto. Uma atualização divulgada nesta manhã e quarta, no entanto, havia retirado o compromisso do seu itinerário. Na terça, o próprio deputado havia dito a jornalistas que chegaria ao parlamento nesta quarta por volta das 10h30.

O plenário da Câmara aprovou no começo da madrugada desta quarta, por 353 votos a 118, o requerimento apresentado pelo PSL para o encerramento da discussão sobre a reforma da Previdência. Na sequência, Maia encerrou os trabalhos e convocou nova sessão para esta quarta-feira, 10, às 9h.

Em discurso no plenário, Bolsonaro contou que Maia entrou em contato com ele nesta manhã para explicar que, em virtude do horário em que a sessão que começou a discutir a reforma da Previdência foi encerrada, já na madrugada desta quarta, ele não pôde se fazer presente. "Mas ele aqui é o nosso general, conduzirá o destino da nação e da nossa votação", disse Bolsonaro, na casa.

 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".