BRASIL

Líder do PSL canta vitória por Orçamento impositivo e é rechaçado por oposição

Líder do PSL canta vitória por Orçamento impositivo e é rechaçado por oposição
15/04/2019 21:00 - ESTADÃO CONTEÚDO


O líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO), foi ao microfone da Comissão de Constituição, Cidadania e Justiça (CCJ) tratar a votação do Orçamento impositivo como uma vitória para o governo de Jair Bolsonaro, após o fim da orientação dos partidos sobre a votação. Apenas o Novo e o PSDB orientaram para votar não.

"Essa é uma vitória trazida por esse parlamento com concordância do PSL e do governo", disse Waldir que chamou também de "vitória espetacular". "Mostra a que nível chega a democracia. Mostra que nosso presidente (Bolsonaro) tem a visão de um grande diplomata", disse.

Na sequência, deputados da oposição rechaçaram Waldir. O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) disse a Waldir que a proposta é defendida pela oposição e que não caberia ao líder do PSL querer "ganhar em cima" da proposta no momento em que o governo não conseguiu retirá-lo da pauta. Já a deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ) afirmou que a proposta "compete ao Parlamento" e não ao governo. "Essa proposta não tem a bênção de governo fascista", afirmou.

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Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".