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POLÍTICA

“Foi uma atitude de grandeza”, diz deputado que vai ocupar lugar de Bernal

Ex-prefeito abriu mão da presidência do PP
18/06/2019 11:35 - IZABELA JORNADA


 

Com a renúncia não oficial do ex-prefeito de Campo Grande Alcides Bernal da presidência do PP, o deputado estadual Evander Vendramini já articula para assumir o comando da sigla. “Foi uma atitude de grandeza; vou colocar meu nome a disposição”, afirmou. 

Na segunda-feira (17), Bernal divulgou em sua rede social que estava se afastado da vida pública e que deixava oposto de presidente do Partido para Vendramini. “Vou esperar o feriado para conversar com ele. Para ver se procede mesmo essa mensagem”, disse o deputado.

Vendramini declarou ainda que Bernal mandou mensagem por uma rede social para ele antes do anúncio público. “Ele me mandou essa mensagem, mas preciso conversar pessoalmente com ele; bernal disse que ia falar sobre isso depois do feriado”, explicou.

Indagado sobre qual seria a motivação de Bernal para tal atitude, Vendramini disse que pode ter sido motivada devido a inelegibilidade dele. 

O STF decidiu que o ex prefeito não poderá se candidatar e a suspeita é de que o regimento interno do partido não permite que inelegíveis façam parte. “A filiação dele é suspensa, mas tem de confirmar isso”, disse Vendramini. 

DESENTENDIMENTO

Integrantes do PP começaram a reclamar da falta de articulação de Bernal dentro do partido. A insatisfação começou com o vereador Valdir Gomes que chegou a fazer boletim de ocorrência após brigas que aconteceram entre os dois, por meio de mensagens de celular.

Reuniões foram feitas entre os progressistas e alguns chegaram a ir em Brasília (DF) para pedir ajuda da direção nacional.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?