Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

CONSELHO DE ITAIPU

“Exercerei com a mesma determinação que exerci todas as missões”, diz Marun ao tomar posse

Ele foi nomeado por Temer para assumir o cargo de cargo de conselheiro da Itaipu Binacional
10/01/2019 13:03 - MARESSA MENDONÇA


 

“Exercerei com a mesma determinação que exerci todas as missões que me foram até hoje confiadas”. A declaração foi dada por Carlos Marun (MDB) durante a assinatura do termo de posse do cargo de conselheiro da Itaipu Binacional nesta quinta-feira (10). Ele foi nomeado pelo ex-presidente Michel Temer (MDB).

No último dia de mandato, Temer exonerou Carlos Marun do cargo de ministro-chefe da Secretaria de Governo e o nomeou para exercer a função de conselheiro da Itaipu Binacional, com mandato até 16 de maio de 2020. O salário está entre R$ 20 mil e R$ 25 mil e o colegiado se reúne a cada dois meses.Ele substituirá o advogado Frederico de Oliveira, servidor da Casa Civil.

Marun é engenheiro civil e advogado. Além de deputado federal, já foi deputado estadual e vereador. Nos últimos meses, ele vinha dizendo que deixaria a vida pública após o encerramento do mandato de Temer e passaria a atuar como advogado.

À época, Marun justificou sua nomeação devido a sua extensa experiência com os Poderes. “Aceitei porque penso que é muito importante para o MS, em segundo lugar, tenho condições de exercer essa função, sou engenheiro, advogado, tenho relações do Brasil com o Paraguai. Conheço Itaipu desde quando eu era estagiário, andando e visitando a obra. Já servi tanto o Executivo quanto o Legislativo nas três esferas. Fui vereador, deputado estadual e federal, fui secretário municipal e estadual, estou capacitado para o desenvolvimento da função”, justificou.

No governo de Bolsonaro, o substituto de Marun será o ministro Carlos Alberto dos Santos Cruz, general de divisão da reserva do Exército Brasileiro, que foi Secretário Nacional de Segurança Pública e comandante das forças da ONU no Haiti e no Congo.

 

Felpuda


Paixão política que extrapola o bom senso, chega nas redes sociais e se transforma em baixaria pode resultar em prejuízo no bolso. Isso foi o que aconteceu com autor de texto nada elogioso contra colega por diferenças em apoio a candidatos nas eleições de 2016. O dito-cujo foi condenado a pagar indenização de R$ 7 mil, com correção monetária e juros mensais a partir da publicação da sentença, além dos honorários advocatícios. Detalhe: os adversários daquela época hoje andam de braços dados. Pode?