PROBLEMAS

Em MS, Caiado diz que o Brasil está sendo assaltado pelo PT

Deputado federal não acredita que Dilma completa seu mandato diante dos escândalos
13/09/2015 00:00 - GABRIELA COUTO E ZANA ZAIDAN


 

O único senador a participar do evento de lançamento do movimento parlamentar pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) realizado nesta semana, Ronaldo Caiado (DEM), esteve em um evento no Mato Grosso do Sul neste fim de semana e ressaltou a importância dos congressistas  que iniciaram o processo de afastamento de Dilma e do PT do governo.

“Ela não termina o mandato, porque não tem condições de sobreviver politicamente. Não tem base política. Não tem apoio popular. Não tem legitimidade, porque o que ela disse na campanha, praticou o estelionato eleitoral. E o que ela está dizendo agora a que sociedade vai arcar com esse sacrifício para pagar uma conta que não é dela (sociedade)”, ressaltou. 

Divulgando amplamente o abaixo assinado que pede o impeachment da chefe do governo federal, Caiado disse que é preciso colocar o Brasil nos trilhos novamente. “O que nós assistimos é o Brasil ser assaltado, o seja, esse plano de governo que eu intitulo de governo da corrupção, reduziu o País a uma grande máfia, onde o cidadão paga imposto e essas pessoas embolsaram e desviaram todo o dinheiro da nação”. 

Líder dos democratas no Senado, ele explica que o movimento é suprapartidário. “Parte também dos seus deputados que estão na base do governo. É um sentimento nacional e o Congresso tem que refletir o sentimento da população. Não podemos estar divorciados da sociedade brasileira”, reforçou. 

*A reportagem de Zana Zaidan e Gabriela Couto está na edição de hoje do Correio do Estado.

 

 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".