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FEDERAL

Deputados aproveitam recesso para alinhar bases no Estado

Parlamentares também se preparam para votação das reformas da Previdência e tributária

29 JUL 19 - 08h:59CLODOALDO SILVA, DE BRASÍLIA

Mesmo com toda a agilidade da comunicação eletrônica, as redes sociais e os recursos tecnológicos, os deputados federais sul-mato-grossenses, em recesso na Câmara dos Deputados até segunda-feira (5 de agosto), intensificam viagens e reuniões com suas bases no Estado com o objetivo de buscar as demandas da população e definir prioridades para o segundo semestre legislativo. Entre elas, está agilizar a votação de projetos que apresentaram nos primeiros seis meses do ano e pautas nacionais, como a reforma da Previdência, reforma tributária e a aprovação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

O deputado Dr. Luiz Ovando (PSL) é um dos que aproveitam o tempo disponível para conversar com suas bases. “A gente aproveita o recesso e atende aos convites”, explicou o parlamentar, destacando que, na semana passada, esteve nas cidades de Nova Andradina e Rio Brilhante, além de participar de seminário ligado à Igreja Batista que discute atividade política e religiosa. 

Outra parlamentar sul-mato-grossense que está com o pé na estrada é Rose Modesto (PSDB). Na semana passada, percorreu e conversou com lideranças de Campo Grande. Depois, seguiu para o interior do Estado. “A agenda está lotada para a próxima semana. É importante aproveitarmos este período de recesso e visitarmos os municípios, agradecer os votos que obtive e ouvir as demandas para trilharmos nossa atuação em Brasília agora no segundo semestre”.

Vander Loubet (PT) esteve em Porto Murtinho em companhia do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e, agora, foca sua atuação em Campo Grande, onde recebe prefeitos e organiza o congresso do partido. 

“Por causa de compromissos pessoais na Capital, que não poderia alterar, organizei minha agenda para receber os prefeitos, vereadores e lideranças em Campo Grande”, explicou o parlamentar, ressaltando que sua ênfase é a eleição para o diretório. 

Já Fábio Trad (PSD) explicou que “nesse período [recesso] vai priorizar as cidades polos das regiões do Estado para fazer reuniões com correligionários, aprofundar a organização do partido e  atender as pessoas no escritório político”. Ele ainda vai aproveitar e conciliar a agenda com o exercício da advocacia.

Pauta Federal

Além de apresentar a atuação no Congresso Nacional, os deputados federais do Estado conversam sobre a pauta nacional, que vai recomeçar na próxima semana já tendo a votação em segundo turno da reforma da Previdência, agendada para o dia 6 de agosto.

Trad enfatizou que neste semestre vai intensificar todas as ações que visam fortalecer o Poder Legislativo.  “O Legislativo foi o grande protagonista desse primeiro semestre no aspecto político e institucional. Também vou me dedicar ao Novo Código de Processo Penal, sou presidente da comissão, impulsionar os projetos de lei que apresentei e quero ver aprovados e vou me concentrar na reforma tributária”.

Rose Modesto também vai buscar fortalecer o Legislativo no segundo semestre, atuando também na aprovação de projeto de sua autoria que aumenta a pena em caso de feminicídio e outras matérias. “Estamos realizando atos de coleta de assinaturas de apoio ao meu projeto que aumenta a pena em casos de feminicídio. Também meu foco será a aprovação da PEC 15, do Fundeb, que vai tornar o repasse deste recurso permanente e aumentar os valores que estados e municípios vão receber”.

O Dr. Luiz Ovando destacou que acredita na aprovação da reforma da Previdência já na próxima semana. “O segundo turno da Reforma da Previdência no dia 6 nós aprovamos. Vou defender o que o governo fizer de bom e alertar no que for necessário”, emendando que uma de suas prioridades é um projeto de sua autoria que quer permitir o atendimento médico pelo SUS no consultório.

Já Loubet enfatizou que “estamos aguardando a pauta do governo”, afirmando que a Reforma da Previdência vai causar prejuízos aos trabalhadores e que a reforma tributária precisa atender os estados mais pobres. “Vamos apresentar o que pretendemos com a reforma tributária”. 

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