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CORONAVÍRUS

Deputado sugere que poderes doem R$ 1 milhão para ajudar famílias carentes

Tribunais, Ministério Público, Executivo, Legislativo de Defensoria doariam R$ 1 milhão por mês
31/03/2020 15:30 - Eduardo Miranda


O deputado estadual Felipe Orro (PSDB) está propondo a criação de um fundo emergencial de assistência para atender 10 mil pessoas em vulnerabilidade social. Os recursos viriam de contribuições dos poderes que recebem repasses mensais (duodécimo) do tesouro estadual, como a própria Assembleia Legislativa, da qual faz parte, o Tribunal de Justiça, o Tribunal de Contas, o Ministério Público Estadual e a Defensoria Pública.  

A proposta é que eles destinem, mensalmente, R$ 1 milhão de suas respectivas reservas durante um período de três meses. Caso o fundo seja criado, a arrecadação seria de R$ 18 milhões.  

O objetivo de Orro é fazer com que o fundo possa complementar com uma bolsa de até R$ 600 as famílias mais vulneráveis. “Nesta situação de pandemia do coronavírus, na qual os cidadãos se veem na necessidade de distanciamento social, bem como obrigados a fechar comércios e interromper o abastecimento de seus fornecedores, as famílias que dependem de trabalho autônomo para garantir renda serão diretamente impactadas financeiramente”, explica.

Conforme o deputado, pelo menos 10 mil famílias serão atendidas durante a crise. O fundo ainda poderia receber recursos da iniciativa privada, por meio de doações, bem como mais recursos do FIS (Fundo de Investimento Social) de acordo com a capacidade financeira do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul.

A indicação foi apresentada virtualmente nesta terça-feira (31). Ainda não há confirmação sobre sua tramitação, pois as sessões presenciais da Assembleia Legislativa estão suspensas por medido de isolamento social por causa do novo coronavírus. 

 

Felpuda


Outrora afinadíssimo com o presidente Jair Bolsonaro, parlamentar sul-mato-grossense começou a ser escanteado em consequência de uma das crises políticas de grande repercussão. A figura entrou em campo e botou falação sobre o que estava ocorrendo, e isso soou que só como crítica pesada ao governo, que, como não poderia deixar de ser, não gostou nadica de nada. Há quem diga que o dito-cujo é muito levado “pelo sangue”. Então, tá!...