'COPIOU' IDEIA DE BRASÍLIA

Deputado quer transferir milhas de viagens custeadas pelo Estado

Proposta fora apresentada anteriormente por Rose Modesto
12/06/2019 11:39 - IZABELA JORNADA


Um deputado estadual de Mato Grosso do Sul apresentou proposta de transferir milhas recebidas por viagens custeadas pelo Governo do Estado de agentes públicos para serem convertidas em benefícios. 

A proposta do deputado Márcio Fernandes (MDB), apresentada nesta quarta-feira (12), entretanto, não é bem uma novidade e é semelhante a ideia da deputada federal Rose Modesto (PSDB). A diferença é que Fernandes quer que as milhas sejam específicas para a Secretaria de Estado da Saúde. “É a área que mais precisa”, declarou.

Modesto, anteriormente, disse que já economizou R$ 4 mil e que reverteu o valor para uma paratleta.

A quantidade de milhas acumuladas por cada parlamentar varia de acordo com o tipo de passagem aérea comprada — nacional, internacional, agendada ou sem marcação —, da companhia aérea e da forma de pagamento escolhida por cada um.

De acordo com levantamento do jornal 'O Globo', em média, a cada R$ 1 pago com a emissão de bilhetes, duas ou três milhas são pontuadas. No ano passado, os gastos de deputados e senadores com passagens chegou a R$ 53 milhões. Nos dois meses deste ano, já são R$ 7,9 milhões.

Na prática, os agentes públicos compram as passagens aéreas em seus nomes e depois são ressarcidos dos valores. Por esse motivo as milhas ficam no nome do servidor.

O deputado Márcio Fernandes pede para que não apenas deputados mas que todos os servidores públicos que viajarem de avião com recursos públicos devolvam as milhas. “Mas isso é voluntário, devolve quem quer”, finalizou ele.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".