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ELEIÇÃO SUPLEMENTAR

Denunciado por compra de votos <br>é eleito prefeito de Miranda

Eleição ocorre a um ano do pleito de 2020
06/10/2019 18:07 - YARIMA MECCHI


 

Com 62,4%, o atual prefeito interino da cidade e presidente da Câmara Municipal de Miranda, que foi denunciado por compra de votos, Edson Moraes (Patriotas) foi eleito como o novo prefeito de Miranda. Com pouco mais de 18,8 mil eleitores na cidade, Moraes foi eleito com cerca de 7,3 mil votos. 

De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura Municipal de Miranda, a diferença de 3,7 mil votos deixou Valter Ferreira (DEM) em segundo colocado, com 31% dos votos. A eleição foi realizada a um ano das eleições municipais de 2020, que devem ser realizadas nos municípios de todo o Brasil.

Eleito, Edson disse ao Correio do Estado que a denúncia de compra de votos é mentira e vai se defender na Justiça. "Essa denúncia que teve é montagem do adversário. Aqui em Miranda é assim, muito acirrada e muita rivalidade. Tenho certeza que a Justiça vai apurar os fatos e eu não cometi fato errado. Se deus quiser eu vou vencer", afirmou.

A cidade precisou escolher um novo administrador após a chapa eleita em 2016 ser cassada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul  (TRE-MS) e a Justiça determinar um novo pleito. 

A então prefeita Marlene de Matos Bossay (MDB), o vice Adailton Rojo Alves (PTB) e seu filho e vereador Ivan Bossay, eleitos em 2016, tiveram seus diplomas cassados por decisão do juiz eleitoral Alexsandro Motta, da 15ª Zona Eleitoral, em razão de prática de captação ilícita de sufrágio e de abuso de poder econômico, mediante compra de votos na Aldeia Lalima, de Miranda.

A determinação de um novo pleito consta da Resolução nº 660, já em vigor, expedida ad referendum do Tribunal Pleno do TRE-MS, pelo desembargador Divoncir Schreiner Maran, presidente em exercício do TRE.

Felpuda


A continuar disparando tantas críticas ácidas contradizendo o seu partido, que em nível nacional ganhou até um ministério, político cá dessas bandas poderá ser colocado de escanteio e, se continuar nessa cruzada nada palatável para as lideranças, ser convidado gentilmente a “procurar o caminhão do qual caiu”, como se diz no popular. Os comentários são de que o dito-cujo age assim mais para ganhar holofotes. Esqueceu-se, pelo que se vê, que poderá ocorrer curto-circuito. Ui!