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POLÍTICA

Corrêa fala do fim da Lei Kandir e diz que Brasília "usa MS de chapéu" para se beneficiar

Presidente da Casa de Leis esteve no DF
12/09/2019 11:09 - RAFAEL RIBEIRO E IZABELA JORNADA


 

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Paulo Corrêa (PSDB), fez uso da tribuna durante sessão que ocorreu na manhã desta quinta-feira (12) para criticar o Governo Federal sobre a dívida da Lei Kandir.

De acordo com Corrêa, o Estado tem dívida com União de R$8 bilhões, porém tem crédito que deveria ser proveniente da Lei Kandir de R$ 13 bilhões. “Então não devemos ao governo federal, somos credores”, afirmou.

Para usar de exemplo, o presidente da Assembleia lembrou da exportação do café. “Produz aqui e vai pra fora, quando volta, em forma de cápsulas de café, vem nove mil vezes mais caro”, explicou.

O presidente ainda reforçou que isso acontece com o algodão, soja e outros produtos.

Na tarde de uarta-feira (11), os 27 presidentes das assembleias legislativas do Brasil se reuniram para tratar de alguns assunto, dente eles, a possibilidade de acabar com a Lei Kandir.

De acordo com Corrêa, a ideia é de que os produtores rurais passem a pagar de 0% a 3% nos produtos exportados. Dessa maneira, o estado passaria a receber essa tributação e não ficaria com o déficit que estava sendo prometido pelo Governo Federal e que não chegou aos estados, no caso, valores que são provenientes da Lei Kandir. 

Corrêa disse também que Brasília quer usar Mato Grosso do Sul como chapéu para se promover ao divulgar a a balança comercial baseada nas produções do Estado. 

A próxima reunião dos presidentes das assembleias será no Maranhão.

Felpuda


Mensagens trocadas por aí mostram que deverá “virar moda” políticos anunciarem que testaram positivo para a Covid-19. E sem medo de dizer que isso é porque o presidente Jair Bolsonaro anunciou ter sido infectado, e aí essa tchurminha estaria interessada também em ganhar holofotes. Porém, ressaltam que, como não se pode duvidar de coisa séria, o jeito é desejar “restabelecimento”. E não deixam de lembrar que o risco é a população descobrir que não fazem a menor falta. Essa gente...