Política

PROJETO POLÍTICO

De olho na Câmara Federal,
Beto Pereira se filia ao PSDB

Político desconversou sobre disputar a prefeitura da Capital: "temos bons quadros"

ZANA ZAIDAN

25/01/2016 - 16h20
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O deputado estadual Beto Pereira oficializou, na tarde desta segunda-feira (25), filiação ao PSDB. O parlamentar retorna ao partido do qual foi filiado quando prefeito de Terenos (MS) com projeto de ser eleito deputado federal em 2018. "Fui eleito deputado estadual em 2014 e pretendo, no mínimo, continuar nesta missão que me foi passada pelos meus eleitores ou, quem sabe, chegar à câmara dos deputados", disse ele, ao chegar na Assomasul, onde o governador Reinaldo Azambuja assinou simbolicamente a ficha de filiação e entidade que ambos foram presidente.

O retorno do deputado ao PSDB gerou especulação sobre Beto ser o candidato do partido a prefeitura de campo Grande. No entanto, Beto ponderou que a legenda já conta com nomes fortes. Ele enfatiza que o partido deve ter candidato próprio. " Temos bons quadros e é isso que fortalece o partido"

O evento contou com a presença da alta cúpula tucana, como o governador Azambuja, o presidente regional e municipal do PSDB, Márcio Monteiro e Lívio leite, ex-senadores Ruben Figueiró e Valter Pereira (que é pai de Beto), deputados estaduais tucanos, deputado federal Elizeu Dionizio e Geraldo Rezende (PMDB), e prefeitos do PSDB

Márcio monteiro, no discurso, preferiu dizer que "Beto se afastou temporariamente do PSDB. O lugar dele sempre esteve guardado e estamos envaidecidos em tê-lo de volta"

Declaração

Trump promete 'grande segurança' para petroleiros no Estreito de Ormuz

"Acho que vocês verão muita segurança e isso acontecerá muito, muito rapidamente", disse

11/03/2026 19h00

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu nesta quarta-feira, 10, "grande segurança" para os petroleiros que atravessam o Estreito de Ormuz, enquanto Teerã reforçava o controle sobre a via marítima em meio à guerra contra americanos e israelenses.

"Acho que vocês verão muita segurança e isso acontecerá muito, muito rapidamente", disse Trump a repórteres na Casa Branca, ao ser questionado sobre como garantiria a segurança de Ormuz.

A emissora americana CNN informou na noite de terça-feira que o Irã havia iniciado a instalação de minas na via marítima. Segundo o presidente, as tropas americanas retiraram "praticamente" todas as minas "em uma única noite".

No 12º dia do conflito no Oriente Médio, pelo menos três navios foram atacados em Ormuz e no Golfo Pérsico. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que embarcações israelenses, americanas e de aliados dos dois países são "alvos legítimos".

Questionado sobre o que os EUA precisam fazer para encerrar a operação militar no Irã, Trump respondeu: "Mais do mesmo."

"Veremos como tudo isso termina. No momento, eles perderam a Marinha, perderam a Força Aérea. Não têm nenhum equipamento antiaéreo, não têm radar", disse Trump. "Seus líderes se foram e poderíamos fazer muito pior."

O republicano afirmou que as tropas americanas poderiam destruir a infraestrutura do Irã "em uma hora", caso quisessem. "Estamos deixando certas coisas que, se as eliminarmos - ou poderíamos eliminá-las ainda hoje, em uma hora - eles literalmente jamais conseguiriam reconstruir esse país", disse.

Um dos repórteres também questionou Trump sobre a escolha do filho do aiatolá Ali Khamenei, Mojtaba Khamenei, como novo líder supremo iraniano, mas o republicano não quis comentar o assunto.

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Encaminhado à Câmara

Senado aprova acordo de ciência e tecnologia entre Brasil e Tunísia

Comissão de Relações Exteriores é presidida por Nelsinho Trad

11/03/2026 16h45

Comissão é presidida por Nelsinho Trad (PSD)

Comissão é presidida por Nelsinho Trad (PSD) Foto: Agência Senado

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Documento aprovado na Comissão de Relações Exteriores (CRE) nesta terça-feira (10) aproximou Brasil e Tunísia de um acordo que promove intercâmbio de pesquisadores e de informações científicas “contribuindo para a internacionalização de universidades brasileiras”, disse o presidente da CRE, senador Nelsinho Trad (PSD-MS).

O texto encaminhado ao plenário da Câmara dos Deputados prevê mecanismos usuais como intercâmbio de pesquisadores e especialistas, troca de informações científicas, realização de seminários e programas conjuntos de trabalho.

Cada país arcará com os custos do envio de seus participantes, exceto se outras condições forem acordadas. 

O acordo estimula a cooperação entre bibliotecas e instituições científicas para intercâmbio de publicações e informações e estabelece que os custos relativos ao intercâmbio de cientistas e especialistas serão, em regra, suportados pela parte que envia pesquisadores, salvo acordo diverso formalizado por escrito. 

Os países assinaram o tratado em Brasília, em abril de 2017. O Congresso Nacional precisa aprovar o texto para permitir ao presidente da República confirmá-lo e inseri-lo na legislação brasileira.

 

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