ESTRATÉGICO

Brasil é eleito para Conselho Executivo <br>da Organização Mundial de Turismo

Brasil é eleito para Conselho Executivo <br>da Organização Mundial de Turismo
12/09/2017 21:00 - Portal Brasil


O Brasil foi eleito membro do Conselho Executivo da Organização Mundial de Turismo (OMT) e vice-presidente da Comissão Regional da OMT para as Américas, junto ao Haiti, nesta terça-feira (12). As eleições foram realizadas durante a 62ª Reunião da Comissão da OMT para as Américas, realizada na cidade de Chengdu, na China.  

O mandato no Conselho Executivo da OMT, responsável por executar as resoluções da Assembleia Geral e relatar o programa de trabalho da entidade, será compartilhado com o Uruguai e terá duração de dois anos (2020-2021). O país vizinho atuará no biênio 2018/2019, e o Brasil assume no período 2020/2021. 

“A atuação do Brasil na linha de frente da principal entidade mundial de turismo é muito importante para colocarmos em discussão temas do interesse do nosso país e dos demais países em desenvolvimento, que veem o turismo como uma alavanca para suas economias”, avalia o ministro do Turismo, Marx Beltrão.

O governo brasileiro definiu três temas prioritários como membro do Conselho Executivo, considerados fundamentais para a consolidação da política de turismo: o desenvolvimento do tema economia colaborativa e mídias digitais; reforço da representatividade da Lusofonia no âmbito da OMT e a ampliação dos debates sobre a regulamentação da Proteção ao Consumidor Turista.

Brasil na OMT

O Brasil é membro da Organização Mundial de Turismo desde 1975. Atuou como membro do Conselho Executivo durante cinco mandatos. Em 2015, completou 18 anos de atuação na agência especializada das Nações Unidas e principal organização internacional para assuntos relacionados ao turismo.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".