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APOIO AO PRESIDENTE

Ato em apoio ao presidente começa às 15h30 na Afonso Pena

PSL estadual informou que manifestação vai para interior

26 MAI 19 - 10h:08ALINE OLIVEIRA

A manifestação em apoio ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) será realizada neste domingo, às 15h30, em frente ao Ministério Público Federal (MPF), na Avenida Afonso Pena.

Os parlamentares eleitos pela sigla informaram que o ato também acontecerá em municípios como Nioaque, Guia Lopes da Laguna, Dourados, entre outras localidades. 

Uma das organizadoras do evento, Sirlei Ratier, declarou que as atividades em prol do presidente da república terão início a partir das 13h do domingo. 

“No início da tarde já teremos atividade no local. Colocaremos faixas, soltaremos fogos e teremos um carro de som chamando o povo para a ação. A ideia da mobilização, começou de forma modesta e, rapidamente, foi ganhando adesão popular", diz Ratier.

Conforme a organizadora, toda a mobilização tem sido realizada por voluntários. “A participação de todos contribuindo com dinheiro, com a divulgação ou com a presença, é fundamental”. Sobre as pautas, Sirlei Ratier declarou que a principal finalidade da ação é dar força ao presidente da República”.

CENÁRIO NACIONAL

Por meio das redes sociais, organizadores haviam convocado até ontem (25) atos em pelo menos 312 cidades brasileiras. Estão registradas também mobilizações em pelo menos dez municípios no exterior, sendo seis cidades nos Estados Unidos.

A estimativa leva em conta eventos que têm locais e horários definidos. São Paulo lidera o número de municípios que têm manifestações programadas, com 63 cidades. Minas Gerais é o segundo, com 39 mobilizações.

Para o governo, porém, a agenda das ruas se tornou uma encruzilhada. O receio da equipe de Bolsonaro é deque, se não houver uma adesão de peso às manifestações, isso seja interpretado como um sinal de perda de popularidade em uma temporada de dificuldades na política e na economia.

Até o momento, não há indicação de problemas com a segurança nos atos, mas o Palácio do Planalto monitora as redes sociais para verificar a possibilidade de participação de "infiltrados" ou ativistas "black bloc". Há o temor de que, se houver confusão, isso possa ser debitado na conta do governo.

*Com informações do Estadão Conteúdo

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