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LOJA DE CONVÊNIENCIA

Polícia registra caso de antissemitismo em Campo Grande: “Judeu eu mato”, disse agressor, que afirmo

Autor ainda tentou atirar três vezes contra a vítima, mas o revólver falhou
24/11/2019 15:11 - EDUARDO MIRANDA


 

O antisemitismo pode ter sido a causa de uma briga em conveniência do Bairro Monte Líbano, na tarde do último sábado, em Campo Grande. I.E.R.K, 31 anos, foi agredido ao chegar no estabelecimento, na Rua João Pedro de Souza. A agressão teve início depois que a vítima disse seu nome (de origem judaica) e o agressor A.F.A., 44 anos, retrucou da seguinte forma: “você é judeu. Eu não gosto de judeu. Judeu eu mato!”, conforme consta em boletim de ocorrência de ameaça e vias de fato registrado pela vítima, na Delegacia Especializada de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro da cidade. 

Não bastasse as ameaças, antes de dar início à agressão, o autor do crime ainda disse: “Sou àrabe, não gosto de judeu”, sem antes tê-lo ofendido com mais palavrões. 

Conforme boletim de ocorrência, houve entrevero entre ambos, e a vítima foi empurrada, com o agressor com as mãos em seu pescoço, contra a parede. O autor ainda puxou o gatilho do revólver e tentou dar três disparos. Conforme a vítima, todas as tentativas de disparo falharam. 

Antes de virar as costas e entrar no carro, o autor das ameaças (A.F.A) e das agressões ainda disse: “vou descobrir quem você é. Eu mato você!”. Enquanto a ocorrência não for encaminhada à base de dados do Sistema Nacional de Segurança Pública (Sinesp), os nomes dos envolvidos serão preservados. Por tratar-se de boletim de ocorrência feito durante plantão, ainda não há direcionamento sobre qual delegacia fará as investigações. Além da ameaça e da agressão, o crime de racismo poderá ser investigado pela Polícia Civil.

Felpuda


Figurinha começou a respirar aliviada, embora ainda esteja na corda bamba. Isso porque mudou de mãos o processo cuja sentença poderá mandá-la para casa definitivamente. Assim, pela “jurisprudência” com a qual o “analista” é conhecido, pode ser que o resultado seja bastante favorável, permitindo que a então desesperada pessoa continue com o assento em Brasília. Vamos ver!