OPERAÇÃO CAFARNAUM

Autopeças e ferro-velhos são alvos de operação da Polícia Civil

Quatro estabelecimentos foram fiscalizados e 16 motores apreendidos por suspeita de serem roubados
10/09/2019 16:00 - GLAUCEA VACCARI


 

Denúncia de revenda de autopeças furtadas e roubadas levou a Delegacia Especializada de Furtos e Roubos de Veículos (Defurv) a deflagrar a Operação Cafarnaum, nesta terça-feira (10), em quatro estabelecimentos que vendem peças automotivas, em Campo Grande.

Delegada titular da Defurv Aline Gonçalves Sinott Lopes, disse ao Correio do Estado que a polícia recebeu denúncia de que ferros velhos estavam vendendo peças roubadas no estado de São Paulo e equipe foi aos locais investigar.

Na Capital, na manhã de hoje, foram fiscalizadas quatro revendas de autopeças e nas quatro houve apreensão. No total, foram apreendidos, no total, 16 motores.

“Encontramos peças com vestígios de adulteração, o que não quer dizer que eram roubadas. Apreendemos as que apresentavam essa situação e elas irão passar por perícia”, disse a delegada.

Ainda segundo a delegada, os gerentes dos estabelecimentos foram encaminhados à delegacia para prestar esclarecimentos, mas ninguém foi autuado. Caso a perícia comprove que as peças são produto de roubo ou furto, os responsáveis pelas empresas podem ser indicados por receptação.

A ação teve apoio da Delegacia Especializada de Ordem Política e Social (Deops), que autuou algumas das empresas por falta de alvará de funcionamento.

As investigações continuam para apurar a origem das peças. Polícia não divulga se mais autopeças serão fiscalizadas para não atrapalhar os trabalhos.

smaple image

Fique por dentro

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo, direto no seu e-mail.

Quero Receber

Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".