FORÇA NACIONAL

Mais de 200 policiais estão em operação para impedir entrada de foragidos

Helicóptero ficará sobrevoando área de fronteira
19/01/2020 08:47 - IZABELA JORNADA


 

Após a fuga de quase 100 presos que estavam na Penitenciária Regional de Pedro Juan Caballero, secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul (Sejusp), Antonio Carlos Videira reforçou a segurança de fronteira do Estado de Mato Grosso do Sul. Força nacional também está mobilizada. “Em dezembro o ministro da Justiça, Sérgio Moro, autorizou acionar o Centro de Operações do Sistema de Alerta (Ceops) quando necessário, e nós já acionamos. Estamos todos mobilizados”, afirmou Videira.

Além da polícia do Estado, forças armadas também estão atuando na operação que pretende impedir a entrada dos foragidos no Brasil, são mais de 200 agentes de prontidão. Videira declarou que a Polícia Federal (PF) atua em quartel dentro da cidade de Ponta Porã e até helicóptero está sobrevoando a área para impedir a entrada dos foragidos no Brasil.

Videira disse que existe grande possibilidade de o destino dos foragidos ser o Brasil, principalmente a cidade de Dourados.

FUGA EM MASSA

Na madrugada deste domingo (19) aproximadamente, 91 presos fugiram do presídio da fronteira. A maioria seriam brasileiros e integrantes de facções criminosas.

Os presos fugiram por meio de um túnel de 25 metros de distância da primeira porta de entrada do presídio. De acordo com informações do secretário Videira, a polícia paraguaia vai investigar se a guarita do presídio estava vazia. “Polícia já está investigando como que esses presos conseguiram fugir e passar pela segurança sem serem percebidos; foram quase 100, foram muitos”, afirmou Videira.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".